O ex-presidente americano Bill Clinton criticou hoje um artigo da revista Vanity Fair com declarações de ex-assessores que o acusaram de atrair uma atenção negativa para as aspirações presidenciais de sua esposa, a senadora por Nova York Hillary Clinton.
Uma nota entregue por seu escritório qualificou o artigo de “jornalismo de destruição pessoal da pior classe”, e assinalou que era uma obra “chamativa” e cheia de entrevistas textuais anônimas.
O artigo, escrito por Todd Purdum, um ex-correspondente na Casa Branca do jornal The New York Times, assinalou este mês que os ex-assessores afirmaram que o ex-presidente se rodeou de amigos que podiam manchar sua reputação.
Além disso, o artigo incluiu declarações de ex-assessores não identificados, que, segundo a “Vanity Fair”, criticaram Doug Band, o assessor mais próximo de Clinton desde que abandonou a Casa Branca em 2001, por não cuidar da reputação do ex-líder.
A nota do escritório do ex-governante acrescentou que o artigo repete muitos dos ataques que já foram feitos contra ele, ignora informações positivas, como seu trabalho contra a aids, e inclui numerosos erros.
“Em resumo, é jornalismo de destruição pessoal da pior classe”, sustentou.