Daqui a 31 anos, se a profecia fictícia de Isaac Asimov for verdadeira, todo o lar dos Estados Unidos terá um robô como criado. Catadores de lixo e atendentes de bar também não mais existirão. Essa realidade descrita no livro de 1950 de Asimov virou filme pelas mãos de Alex Proyas e estréia hoje em 12 salas de cinema. Eu, Robô, com Will Smith à frente do elenco, narra a história do detetive Del Spooner, um dos únicos humanos que não acredita na utilidade e perfeição da robótica criada pelo Dr. Alfred Lanning (James Cromwell). Os robôs são configurados para não fazer nenhum mal aos humanos. Isso até Lanning aparecer morto, e o detetive desconfiar de que uma das máquinas esteja por trás do assassinato. Em busca de provas para confirmar sua suspeita, Spooner é perseguido, perde a confiança da corporação de polícia mas, ao mesmo tempo, é o único que enxerga a ameaça que se aproxima.