Menu
Promoções

Estresse infantil combatido com brincadeira

Arquivo Geral

01/09/2004 0h00

No dicionário do mundo moderno, o estresse é, sem dúvida, um dos vocábulos mais usados. E esse cansaço mental, a irritabilidade, o mau humor típicos dessa indisposição emocional não afetam somente aos adultos, mas também às crianças. E no caso dos meninos e meninas com alguma doença grave, como o câncer, o estresse é ainda mais complicado e exige uma atenção maior de pais e especialistas da área de saúde.

Quanto maior a atenção dada, mais a criança com câncer tem probabilidade de ser curada. Isto é o que observa o professor-adjunto do Instituto de Psicologia da UnB no trabalho que faz dentro do Programa de Atendimento Psicológico à Criança com Câncer, Áderson Luiz Costa. “As pesquisas mostram que o atendimento psicológico tem ajudado no aumento das chances de cura para as crianças que têm câncer”, coloca.

parceriaO Programa, uma parceria da UnB com a Secretaria de Saúde do GDF, funciona desde 1996 e tem atendido aos pacientes do Hospital de Base e principalmente do Hospital de Apoio de Brasília, onde funciona a Unidade Oncohematológica Pediátrica. Esta unidade atende meninos e menicas que tem câncer no sangue, caso dos leucêmicos, o tipo mais comum.

Áderson afirma que o atendimento psicológico tem um grande objetivo: minimizar o sofrimento das crianças com câncer e, com isso, possibilitar a cura. E, segundo ele, elas reagem, naturalmente, de maneira positiva à esse carinho: “O organismo infantil reage muito mais rápido do que de um adulto”.

O psicólogo reforça que um tratamento mais abrangente, englobando o trabalho de médicos, psicólogos, enfermeiras, fisioterapeutas entre outros profissionais, tem contribuído para aumentar “significantemente o índice de cura do câncer infantil”. A média internacional de cura de leucemias, por exemplo chega a 70%.

Ou seja, carinho faz muito bem. E é esse carinho o ponto de equilíbrio para evitar que a criança com câncer fique estressada em um hospital. Diminuir a irritação, nesse caso, é diminuir o medo e a expectativa causada pelo tratamento que é doloroso e, na maioria das vezes, longo. A dureza e pressão do ambiente hospitalar é combatida com simpatia.

    Você também pode gostar

    Estresse infantil combatido com brincadeira

    Arquivo Geral

    01/09/2004 0h00

    No dicionário do mundo moderno, o estresse é, sem dúvida, um dos vocábulos mais usados. E esse cansaço mental, a irritabilidade, o mau humor típicos dessa indisposição emocional não afetam somente aos adultos, mas também às crianças. E no caso dos meninos e meninas com alguma doença grave, como o câncer, o estresse é ainda mais complicado e exige uma atenção maior de pais e especialistas da área de saúde.

    Quanto maior a atenção dada, mais a criança com câncer tem probabilidade de ser curada. Isto é o que observa o professor-adjunto do Instituto de Psicologia da UnB no trabalho que faz dentro do Programa de Atendimento Psicológico à Criança com Câncer, Áderson Luiz Costa. “As pesquisas mostram que o atendimento psicológico tem ajudado no aumento das chances de cura para as crianças que têm câncer”, coloca.

    parceriaO Programa, uma parceria da UnB com a Secretaria de Saúde do GDF, funciona desde 1996 e tem atendido aos pacientes do Hospital de Base e principalmente do Hospital de Apoio de Brasília, onde funciona a Unidade Oncohematológica Pediátrica. Esta unidade atende meninos e menicas que tem câncer no sangue, caso dos leucêmicos, o tipo mais comum.

    Áderson afirma que o atendimento psicológico tem um grande objetivo: minimizar o sofrimento das crianças com câncer e, com isso, possibilitar a cura. E, segundo ele, elas reagem, naturalmente, de maneira positiva à esse carinho: “O organismo infantil reage muito mais rápido do que de um adulto”.

    O psicólogo reforça que um tratamento mais abrangente, englobando o trabalho de médicos, psicólogos, enfermeiras, fisioterapeutas entre outros profissionais, tem contribuído para aumentar “significantemente o índice de cura do câncer infantil”. A média internacional de cura de leucemias, por exemplo chega a 70%.

    Ou seja, carinho faz muito bem. E é esse carinho o ponto de equilíbrio para evitar que a criança com câncer fique estressada em um hospital. Diminuir a irritação, nesse caso, é diminuir o medo e a expectativa causada pelo tratamento que é doloroso e, na maioria das vezes, longo. A dureza e pressão do ambiente hospitalar é combatida com simpatia.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado