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Estréia esperada

Arquivo Geral

13/07/2003 0h00

Descolada como ela só, Zilda, a empregada vivida por Roberta Rodrigues em Mulheres Apaixonadas, sabe como lidar com os hormônios em ebulição do falastrão Carlinhos (Daniel Zettel), filho dos seus patrões. Mas apesar de sempre se esquivar do garoto, tudo indica que será com ela que ele perderá a virgindade. “Zilda está começando a cair nos encantos dele. Já rolou um beijo dos dois na saída do elevador. Ela diz que tem namorado, mas às vezes fico me perguntando se isso é coisa da cabeça dela, só para se valorizar”, opina Roberta.

Cria do grupo de teatro Nós do Morro, do Vidigal, a atriz de 21 anos, revelada no filme Cidade de Deus, se diz surpresa com a repercussão da sua personagem de estréia na TV. “Zilda não aparece todo dia, é empregada, mas as pessoas falam muito dela na rua. Todo mundo pede para ela ficar com Carlinhos”, diverte-se a atriz, que, claro, vem colecionando cantadas. “Os meninos dizem que queriam uma empregada dessa na casa deles”, entrega Roberta.

Os fãs da moça podem ficar sossegados. Além da novela das oito, ela será vista em duas novas empreitadas no cinema. No filme Garrincha – Estrela Solitária, com estréia prevista para o segundo semestre, Roberta é Nair, primeira mulher do craque. Em Diabo a Quatro, que chega às telas ano que vem, ela faz a garota de programa Natasha. “Usei o que aprendi com a Fátima Toledo, que treinou os atores para Cidade de Deus: era sentir o que o personagem está sentindo”.

Para ela, a dificuldade em interpretar a primeira mulher de Garrincha era o fato de ela ser personagem real. “Tive muita cautela”, conta Roberta, que encarou ainda uma cena de nudez. “Tive que preparar meu espírito, quebrar uma trava”, revela a atriz. Nas cenas de intimidade, ela contracenou com André Gonçalves, que fez Garrincha. “Ele foi um doce”, completa.

A Natasha, de Diabo a Quatro, também deu trabalho. “Pensei: garota de programa é fácil. Põe uma roupa curta e vai. Mas depois fui para Copacabana conversar com as prostitutas de verdade e percebi que elas não estão ali porque gostam. Todas têm um olhar distante. Passei a respeitá-las”, garante.

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    Estréia esperada

    Arquivo Geral

    13/07/2003 0h00

    Descolada como ela só, Zilda, a empregada vivida por Roberta Rodrigues em Mulheres Apaixonadas, sabe como lidar com os hormônios em ebulição do falastrão Carlinhos (Daniel Zettel), filho dos seus patrões. Mas apesar de sempre se esquivar do garoto, tudo indica que será com ela que ele perderá a virgindade. “Zilda está começando a cair nos encantos dele. Já rolou um beijo dos dois na saída do elevador. Ela diz que tem namorado, mas às vezes fico me perguntando se isso é coisa da cabeça dela, só para se valorizar”, opina Roberta.

    Cria do grupo de teatro Nós do Morro, do Vidigal, a atriz de 21 anos, revelada no filme Cidade de Deus, se diz surpresa com a repercussão da sua personagem de estréia na TV. “Zilda não aparece todo dia, é empregada, mas as pessoas falam muito dela na rua. Todo mundo pede para ela ficar com Carlinhos”, diverte-se a atriz, que, claro, vem colecionando cantadas. “Os meninos dizem que queriam uma empregada dessa na casa deles”, entrega Roberta.

    Os fãs da moça podem ficar sossegados. Além da novela das oito, ela será vista em duas novas empreitadas no cinema. No filme Garrincha – Estrela Solitária, com estréia prevista para o segundo semestre, Roberta é Nair, primeira mulher do craque. Em Diabo a Quatro, que chega às telas ano que vem, ela faz a garota de programa Natasha. “Usei o que aprendi com a Fátima Toledo, que treinou os atores para Cidade de Deus: era sentir o que o personagem está sentindo”.

    Para ela, a dificuldade em interpretar a primeira mulher de Garrincha era o fato de ela ser personagem real. “Tive muita cautela”, conta Roberta, que encarou ainda uma cena de nudez. “Tive que preparar meu espírito, quebrar uma trava”, revela a atriz. Nas cenas de intimidade, ela contracenou com André Gonçalves, que fez Garrincha. “Ele foi um doce”, completa.

    A Natasha, de Diabo a Quatro, também deu trabalho. “Pensei: garota de programa é fácil. Põe uma roupa curta e vai. Mas depois fui para Copacabana conversar com as prostitutas de verdade e percebi que elas não estão ali porque gostam. Todas têm um olhar distante. Passei a respeitá-las”, garante.

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