Menu
Promoções

Estética das deformações

Arquivo Geral

18/03/2004 0h00

Trabalhos com novos procedimentos que rompem com a lógica da arte moderna são o foco do Projeto Prima Obra. A quinta exposição traz os artistas Khrisna Passos, Marcos Costa, Rodrigo Braga e Thiago Martins. A mostra estará aberta a visitação de amanhã até o dia 11 de abril, na Galeria Fayga Ostrower da Funarte.

O projeto foi criado para oferecer ao público uma visão panorâmica da produção artística contemporânea. Inicialmente, estava focado no Centro-Oeste. Atualmente, estende-se às regiões Norte e Nordeste. Hoje é uma oportunidade para que jovens artistas mostrem os trabalho que realizam. “É uma boa iniciativa da Funarte pois está mostrando que no Brasil que existe mais de um eixo de arte, não só o Rio-Sõ Paulo. Com isso, dá visibilidade para esses artistas, que têm trabalhos de alta qualidade”, afirma o artista brasiliense Khrisna Passos.

Há seis anos trabalhando com arte, Passos propõe reflexões críticas em relação à sociedade, aos comportamentos e às atitudes das pessoas. O artista de 27 anos se forma no fim do ano em Artes Plásticas na Universidade de Brasília (UnB) e tem no currículo cursos de cinema e percussão sinfônica, além de exposições em diversas cidades do Brasil. Por meio de objetos, Passos faz uma autocrítica aos valores de mercado. “Utilizei materiais do cotidiano, que se encontra na rua. É um questionamento a respeito da sociedade”, completa o brasiliense.

Já o artista plástico pernambucano Marcos Costa traz a série Fala de Narciso em Hora de Arte, onde constrói narrativas por meio de taças e colheres, que se mesclam e criam configurações diferentes. Costa é formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e é autodidata em fotografia.

Já as obras do também pernambucano Rodrigo Braga são compostas por imagens de pés deformados, grudados uns aos outros. Por meio do computador, ele junta fotografias do corpo humano de maneira estranha. O quarto integrante da mostra é o maranhense Thiago Martins. Em suas obras, o corpo humano aparece fragmentado em objetos, com o objetivo de criar fetiches.

    Você também pode gostar

    Estética das deformações

    Arquivo Geral

    18/03/2004 0h00

    Trabalhos com novos procedimentos que rompem com a lógica da arte moderna são o foco do Projeto Prima Obra. A quinta exposição traz os artistas Khrisna Passos, Marcos Costa, Rodrigo Braga e Thiago Martins. A mostra estará aberta a visitação de amanhã até o dia 11 de abril, na Galeria Fayga Ostrower da Funarte.

    O projeto foi criado para oferecer ao público uma visão panorâmica da produção artística contemporânea. Inicialmente, estava focado no Centro-Oeste. Atualmente, estende-se às regiões Norte e Nordeste. Hoje é uma oportunidade para que jovens artistas mostrem os trabalho que realizam. “É uma boa iniciativa da Funarte pois está mostrando que no Brasil que existe mais de um eixo de arte, não só o Rio-Sõ Paulo. Com isso, dá visibilidade para esses artistas, que têm trabalhos de alta qualidade”, afirma o artista brasiliense Khrisna Passos.

    Há seis anos trabalhando com arte, Passos propõe reflexões críticas em relação à sociedade, aos comportamentos e às atitudes das pessoas. O artista de 27 anos se forma no fim do ano em Artes Plásticas na Universidade de Brasília (UnB) e tem no currículo cursos de cinema e percussão sinfônica, além de exposições em diversas cidades do Brasil. Por meio de objetos, Passos faz uma autocrítica aos valores de mercado. “Utilizei materiais do cotidiano, que se encontra na rua. É um questionamento a respeito da sociedade”, completa o brasiliense.

    Já o artista plástico pernambucano Marcos Costa traz a série Fala de Narciso em Hora de Arte, onde constrói narrativas por meio de taças e colheres, que se mesclam e criam configurações diferentes. Costa é formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e é autodidata em fotografia.

    Já as obras do também pernambucano Rodrigo Braga são compostas por imagens de pés deformados, grudados uns aos outros. Por meio do computador, ele junta fotografias do corpo humano de maneira estranha. O quarto integrante da mostra é o maranhense Thiago Martins. Em suas obras, o corpo humano aparece fragmentado em objetos, com o objetivo de criar fetiches.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado