Os portões abriram às 15h30 e uma “enxurrada” de adolescentes correu em direção aos palcos. Mas chegar cedo rendeu alguns aborrecimentos. Os bares só abriram às 17h40, causando muita indignação. Rafael Araújo, 15 anos, está bastante irritado e reclamou da falta de organização dos responsáveis pelo evento.”Estou há duas horas tentando tomar um refrigerante. Será que não perceberam que temos sede”?. Os organizadores esclareceram que a demora ocorreu devido um atraso nas fichas.
Além do atraso nas bebidas, os roqueiros reclaram do preço das comidas. Para Heloísa Winckler, 17 anos, o que mais decepcionou foi o custo da alimentação. “Um churros custar R$ 2 em um festival popular é um absurdo. A comida deveria estar mais acessível”, reclamou a estudante. Outro que disparou reclamações foi Daniel de Carvalho, 18 anos. “Pastel por R$ 1,50 é difícil de aceitar”.
Os responsáveis pela venda de alimentos se defenderam afirmando que os preços estavam de acordo com os praticados em eventos. E que o principal motivo dos valores cobrados era o aluguel. Cada comerciante pagou em média R$ 1 mil para vender comida no Festival.