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Ela está sempre em algum lugar do passado

Arquivo Geral

20/10/2004 0h00

Orosto de boneca de Ana Paula Arósio parece não ter muito a ver com os dias atuais. Pelo menos é o que mostra o histórico da musa, que na minissérie Mad Maria, com estréia prevista para novembro, na Globo, vai viver a sexta personagem de época de sua carreira.

“Devo ter a aparência de moça antiga”, raciocina a bela atriz. “Pouquíssimas vezes vivi personagens atuais”. Como personagem contemporânea, ela pôde ser vista no penúltimo capítulo de Celebridade, também na Globo; e, em 1996, participou do elenco de Razão de Viver, de 1996, no SBT. Fora disso, somente nas propagandas daquela empresa.

Na minissérie Mad Maria, passada em 1952, Ana Paula dá vida a Consuelo, uma pianista que fica viúva, enfrenta várias aventuras na selva amazônica e é disputada pelo índio Joe Caripuna (Fidellis Baniwa) e pelo médico americano Joe Richard Finnegan (Fábio Assunção).

“Apesar de ser mais uma personagem de época, não acredito que seja igual às outras”, diz. “Ela vive sob pressões muito fortes, o tempo todo tem a sua vida ameaçada e mesmo assim não se deixa abater”. É, portanto, uma mulher de muita fibra.

Enquanto isso, quem já está com saudades da atriz pode vê-la na sessão Vale a Pena Ver de Novo (14h30, Globo), no papel da chorosa Giuliana, em Terra Nostra, onde também marcou presença.

Em 1998, a ex-modelo, na mesma emissora, protagonizou Hilda Furacão e deu início a sua galeria de interpretações de moças de décadas passadas.

“Não acredito que esses personagens me persigam”, afirma. “Acho que eu é que ando atrás desse tipo de trabalho. Eu gosto de bons trabalhos e os que têm aparecido são de época”. Para ela, não há problema em repetir novas variações da moça recatada e delicada de outros tempos.

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    20/10/2004 0h00

    Orosto de boneca de Ana Paula Arósio parece não ter muito a ver com os dias atuais. Pelo menos é o que mostra o histórico da musa, que na minissérie Mad Maria, com estréia prevista para novembro, na Globo, vai viver a sexta personagem de época de sua carreira.

    “Devo ter a aparência de moça antiga”, raciocina a bela atriz. “Pouquíssimas vezes vivi personagens atuais”. Como personagem contemporânea, ela pôde ser vista no penúltimo capítulo de Celebridade, também na Globo; e, em 1996, participou do elenco de Razão de Viver, de 1996, no SBT. Fora disso, somente nas propagandas daquela empresa.

    Na minissérie Mad Maria, passada em 1952, Ana Paula dá vida a Consuelo, uma pianista que fica viúva, enfrenta várias aventuras na selva amazônica e é disputada pelo índio Joe Caripuna (Fidellis Baniwa) e pelo médico americano Joe Richard Finnegan (Fábio Assunção).

    “Apesar de ser mais uma personagem de época, não acredito que seja igual às outras”, diz. “Ela vive sob pressões muito fortes, o tempo todo tem a sua vida ameaçada e mesmo assim não se deixa abater”. É, portanto, uma mulher de muita fibra.

    Enquanto isso, quem já está com saudades da atriz pode vê-la na sessão Vale a Pena Ver de Novo (14h30, Globo), no papel da chorosa Giuliana, em Terra Nostra, onde também marcou presença.

    Em 1998, a ex-modelo, na mesma emissora, protagonizou Hilda Furacão e deu início a sua galeria de interpretações de moças de décadas passadas.

    “Não acredito que esses personagens me persigam”, afirma. “Acho que eu é que ando atrás desse tipo de trabalho. Eu gosto de bons trabalhos e os que têm aparecido são de época”. Para ela, não há problema em repetir novas variações da moça recatada e delicada de outros tempos.

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