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Eduardo Dusek canta hoje no Pátio Brasil

Arquivo Geral

13/08/2003 0h00

O artista polivalente Eduardo Dussek canta, interpreta e brinca com seus antigos e “cafonas” sucessos hoje, a partir das 19h, no Projeto Vitrine MPB, do Pátio Brasil.

Apesar de ter deixado de lado os palcos por uma década (de 1991 até 2001), o autor de Doméstica (ou Brega-e-chique), Rock da Cachorra, Nostradamus, Barrados no Baile e Troque seu Cachorro por uma Criança Pobre trabalhou durante esse período nos bastidores.

Compôs jingles, escreveu musicais e hoje finaliza um CD infantil e um álbum de canções inéditas. Paralelo a esse retorno à MPB, selado em 2001 com o lançamento de um disco-tributo a Carmen Miranda, sua “fada-madrinha”, o artista escreve uma peça de teatro e dirige sua produtora.

Eduardo Dussek, que há dois anos acrescentou um s ao sobrenome (antes Dusek), voltou aos palcos e comemorou as boas-vindas do público. “Os shows continuam enchendo mesmo nessa fase que estou ainda meio fora da mídia”, comenta.

O compositor se apresentou em Brasília no mês passado, num show gratuito no Parque da Cidade e se diz honrado de poder retornar à cidade. “Tenho uma simpatia muito grande pelo povo de Brasília. No show que fiz no parque tinha roqueiro, criancinha e idoso. Uma fauna muito louca, um público animadíssimo”, comenta.

Dussek adianta que o show de hoje, no Pátio Brasil será para o povão, com direito a muita interação com o público. “Eles podem esperar uma coisa bem popular mesmo”, diz. “Terá muita performance e vou fazer muita brincadeira”, acrescenta.

Para ele, o “clima” de shopping é muito proprício para sediar suas peformáticas apresentações . “Gosto muito de fazer show nos shoppings. Eles são os circos de antigamente”, comenta.

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    Eduardo Dusek canta hoje no Pátio Brasil

    Arquivo Geral

    13/08/2003 0h00

    O artista polivalente Eduardo Dussek canta, interpreta e brinca com seus antigos e “cafonas” sucessos hoje, a partir das 19h, no Projeto Vitrine MPB, do Pátio Brasil.

    Apesar de ter deixado de lado os palcos por uma década (de 1991 até 2001), o autor de Doméstica (ou Brega-e-chique), Rock da Cachorra, Nostradamus, Barrados no Baile e Troque seu Cachorro por uma Criança Pobre trabalhou durante esse período nos bastidores.

    Compôs jingles, escreveu musicais e hoje finaliza um CD infantil e um álbum de canções inéditas. Paralelo a esse retorno à MPB, selado em 2001 com o lançamento de um disco-tributo a Carmen Miranda, sua “fada-madrinha”, o artista escreve uma peça de teatro e dirige sua produtora.

    Eduardo Dussek, que há dois anos acrescentou um s ao sobrenome (antes Dusek), voltou aos palcos e comemorou as boas-vindas do público. “Os shows continuam enchendo mesmo nessa fase que estou ainda meio fora da mídia”, comenta.

    O compositor se apresentou em Brasília no mês passado, num show gratuito no Parque da Cidade e se diz honrado de poder retornar à cidade. “Tenho uma simpatia muito grande pelo povo de Brasília. No show que fiz no parque tinha roqueiro, criancinha e idoso. Uma fauna muito louca, um público animadíssimo”, comenta.

    Dussek adianta que o show de hoje, no Pátio Brasil será para o povão, com direito a muita interação com o público. “Eles podem esperar uma coisa bem popular mesmo”, diz. “Terá muita performance e vou fazer muita brincadeira”, acrescenta.

    Para ele, o “clima” de shopping é muito proprício para sediar suas peformáticas apresentações . “Gosto muito de fazer show nos shoppings. Eles são os circos de antigamente”, comenta.

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