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DIU é pouco usado no País

Arquivo Geral

27/07/2004 0h00

O DIU é o método mais popular para evitar filhos depois da laqueadura – cirurgia de ligação das trompas – seguido pela pílula, com 8%. Outras alternativas, como injeções e tabelas, são utilizadas por 10% da população feminina.

Uma em cada oito mulheres usa DIU (Dispositivo Intra-Uterino), o que dá uma média de 12% da população feminina mundial, ou em torno de 156 milhões de pessoas adeptas deste método contraceptivo. O país campeão é a China, com 33%. Por região, os quatro países da Escandinávia ocupam o segundo lugar, com 18%, Oriente Médio11,6%, Europa 7,2%, América Latina 6%.

O Brasil comparece com participação ligeiramente superior a dos Estados Unidos, na marca de 1,5%, um dos menores índices do planeta. Estes são os últimos levantamentos de entidades internacionais ligadas ao setor, que incluem a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Population Council.

As boas novas são de que há estudos que comprovam que a vida útil do DIU é de pelo menos de 12 anos para um modelo de cobre, que não precisa ser trocado. Sua eficácia é muito alta; é mais efetivo que a pílula e compete em igualdade com injetáveis e implantes. O custo é, disparado, bem menor que qualquer outro, tanto do ponto de vista da usuária, quanto das autoridades governamentais. “Os riscos de infecção estão praticamente afastados”, assegura o especialista. Já existe, inclusive, um modelo de DIU de fabricação nacional produzido em São Paulo.

Inúmeros estudos afastam a possibilidade de que o DIU, uma vez implantado, interfira no organismo, eliminando um dos principais problemas para aceitação do dispositivo: afirmava-se erroneamente que ele poderia provocar microabortos, em vez de anticoncepção. Ainda assim, é um dos métodos menos adotados no Brasil. Depois da ligadura tubária, com 40% de adesão, os métodos anticoncepcionais hormonais por via oral são os preferidos.

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    DIU é pouco usado no País

    Arquivo Geral

    27/07/2004 0h00

    O DIU é o método mais popular para evitar filhos depois da laqueadura – cirurgia de ligação das trompas – seguido pela pílula, com 8%. Outras alternativas, como injeções e tabelas, são utilizadas por 10% da população feminina.

    Uma em cada oito mulheres usa DIU (Dispositivo Intra-Uterino), o que dá uma média de 12% da população feminina mundial, ou em torno de 156 milhões de pessoas adeptas deste método contraceptivo. O país campeão é a China, com 33%. Por região, os quatro países da Escandinávia ocupam o segundo lugar, com 18%, Oriente Médio11,6%, Europa 7,2%, América Latina 6%.

    O Brasil comparece com participação ligeiramente superior a dos Estados Unidos, na marca de 1,5%, um dos menores índices do planeta. Estes são os últimos levantamentos de entidades internacionais ligadas ao setor, que incluem a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Population Council.

    As boas novas são de que há estudos que comprovam que a vida útil do DIU é de pelo menos de 12 anos para um modelo de cobre, que não precisa ser trocado. Sua eficácia é muito alta; é mais efetivo que a pílula e compete em igualdade com injetáveis e implantes. O custo é, disparado, bem menor que qualquer outro, tanto do ponto de vista da usuária, quanto das autoridades governamentais. “Os riscos de infecção estão praticamente afastados”, assegura o especialista. Já existe, inclusive, um modelo de DIU de fabricação nacional produzido em São Paulo.

    Inúmeros estudos afastam a possibilidade de que o DIU, uma vez implantado, interfira no organismo, eliminando um dos principais problemas para aceitação do dispositivo: afirmava-se erroneamente que ele poderia provocar microabortos, em vez de anticoncepção. Ainda assim, é um dos métodos menos adotados no Brasil. Depois da ligadura tubária, com 40% de adesão, os métodos anticoncepcionais hormonais por via oral são os preferidos.

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