A distribuidora nos Estados Unidos da sétima parte da saga de Harry Potter pediu a vários sites de internet que retirem imagens que parecem tiradas do livro, informou hoje o site do jornal The New York Times.
Segundo o jornal, algumas páginas são difíceis de ler, mas o final “ferozmente protegido” do romance é “definitivamente legível”.
A proliferação das reproduções provocou um grande congestionamento nas páginas. Muitas delas pararam de funcionar, disse o NYT.
O livro Harry Potter and the Deathly Hallows (Harry Potter e as Relíquias da Morte) entrará à venda nos Estados Unidos um minuto após a meia-noite de sexta-feira (1h01 de sábado, em Brasília).
Até então, tanto a distribuidora nos Estados Unidos quanto a editora britânica se esforçam por manter no maior segredo o conteúdo da obra da escritora J.K. Rowling.
Lista Holton, presidente da empresa Scholastic, em declarações publicadas pelo jornal, disse que para manter o espírito de “magia da meia-noite” pediu aos responsáveis pelos sites “que por favor retirem os conteúdos”.
O New York Times disse que os advogados da empresa estão tentando identificar as pessoas que publicaram as informações.
A rede de livrarias Barnes & Nobel, que acumula pedidos de 1,2 milhão de livros, reconheceu na segunda-feira que o local onde eles estão depositados e está sendo vigiado 24 horas por dia. De lá eles serão distribuídos, com grandes medidas de segurança, a mais de 700 estabelecimentos em todo o país.