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Discos raros voltam às lojas

Arquivo Geral

16/07/2003 0h00

Quem gosta de música erudita ou jazz deve se preparar para despesas extras. Um verdadeiro festival dos dois gêneros está acontecendo na discoteca 2001, que importou milhares de títulos que andavam distantes das lojas e são difíceis de serem encontrados mesmo em sites especializados da Internet.

“São discos que nunca vão estar entre os mais vendidos, mas são jóias para os fãs”, diz Gabriella Mazza, dona da empresa. O melhor é que os CDs importados estão sendo vendidos a preço de disco nacional ou até mais baratos em alguns casos.

Os discos foram selecionados entre os vários selos da gravadora EMI, o gigante inglês, que abrange desde o tradicional Blue Note, especializado em jazz, até o Angel, exclusivo para clássicos. Há ainda selos híbridos como Capitol e Virgin. Os fãs da música pop também têm o que ouvir, como os discos vermelho e azul dos Beatles, com os maiores sucessos, que estavam desaparecidos.

“A idéia de fazer a importação é ter um painel bem amplo para fãs de todos os estilos da música erudita, desde os compositores pioneiros até os mestres da música do século 20”, explica Gabriella, que fez os pedidos pessoalmente. Obviamente, não foi uma seleção pautada apenas pelo inusitado; há títulos de obras famosas – na maioria das vezes com gravações excepcionais – e até coletâneas, idéias para se iniciar no mundo erudito ou do jazz.

Para os fãs de jazz, um bom pedaço do excepcional catálogo da gravadora Blue Note está disponível, com edições bem cuidadas de artistas de diversas tendências, mas sempre entre os mais importantes. Há séries especiais com discos dos anos 50 e 60, incluindo título que há muito tempo estava fora de catálogo.

“Há uma carência dos fãs de jazz que nem sempre conseguem encontrar determinados títulos; este é um esforço que estamos fazendo para ampliar a oferta”, garante Gabriella Mazza.

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    16/07/2003 0h00

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    “São discos que nunca vão estar entre os mais vendidos, mas são jóias para os fãs”, diz Gabriella Mazza, dona da empresa. O melhor é que os CDs importados estão sendo vendidos a preço de disco nacional ou até mais baratos em alguns casos.

    Os discos foram selecionados entre os vários selos da gravadora EMI, o gigante inglês, que abrange desde o tradicional Blue Note, especializado em jazz, até o Angel, exclusivo para clássicos. Há ainda selos híbridos como Capitol e Virgin. Os fãs da música pop também têm o que ouvir, como os discos vermelho e azul dos Beatles, com os maiores sucessos, que estavam desaparecidos.

    “A idéia de fazer a importação é ter um painel bem amplo para fãs de todos os estilos da música erudita, desde os compositores pioneiros até os mestres da música do século 20”, explica Gabriella, que fez os pedidos pessoalmente. Obviamente, não foi uma seleção pautada apenas pelo inusitado; há títulos de obras famosas – na maioria das vezes com gravações excepcionais – e até coletâneas, idéias para se iniciar no mundo erudito ou do jazz.

    Para os fãs de jazz, um bom pedaço do excepcional catálogo da gravadora Blue Note está disponível, com edições bem cuidadas de artistas de diversas tendências, mas sempre entre os mais importantes. Há séries especiais com discos dos anos 50 e 60, incluindo título que há muito tempo estava fora de catálogo.

    “Há uma carência dos fãs de jazz que nem sempre conseguem encontrar determinados títulos; este é um esforço que estamos fazendo para ampliar a oferta”, garante Gabriella Mazza.

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