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Dinamarquês de cara nova

Arquivo Geral

30/09/2003 0h00

Com o objetivo de traçar um perfil da nova produção cinematográfica da Dinamarca, a mostra O Novíssimo Cinema Dinamarquês chega a Brasília e será realizada de hoje a domingo, na sala de cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Serão apresentadas 23 produções mais recentes do país, entre longas e curtas-metragens, de ficção e documentários.

A mostra é realizada com o apoio do Instituto de Cinema Dinamarquês (responsável pela seleção dos títulos) e da Embaixada Real da Dinamarca, com curadoria de Karl Erik Schollhammer.

Durante o Festival de Cannes, os cineastas Lars Von Trier e Thomas Vinterberg lançaram o manifesto Dogma 95. Os princípios estabelecidos pelos jovens diretores causaram impacto imediato na mídia e influenciaram cineastas no Brasil e em outros países. Eles buscavam purificar a linguagem cinematográfica a favor da simplicidade narrativa, custo baixo e sem abuso dos efeitos estéticos.

O país gera, atualmente, de 30 a 40 longas-metragens a cada ano. O festival mostrará ao público o que aconteceu com o cinema na Dinamarca depois do Dogma e como os cineastas influenciaram outros diretores. Serão três sessões diárias, sendo cada uma com um programa diferente. Algumas produções são direcionadas ao espectador infantil e outras para o público em geral.

Durante a abertura, dois dos mais importantes documentaristas da Dinamarca, Jesper Jargil, diretor do longa Os Purificados, e Klaus Kjeldsen, autor do divertido Arrume Esta Bagunça.

A mostra vai trazer o melhor da produção cinematográfica dinamarquesa atual que sempre teve uma ampla repercussão no Brasil. O movimento Dogma preserva a liberdade criativa do cinema, o que o aproxima do cinema brasileiro.

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    Dinamarquês de cara nova

    Arquivo Geral

    30/09/2003 0h00

    Com o objetivo de traçar um perfil da nova produção cinematográfica da Dinamarca, a mostra O Novíssimo Cinema Dinamarquês chega a Brasília e será realizada de hoje a domingo, na sala de cinema do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Serão apresentadas 23 produções mais recentes do país, entre longas e curtas-metragens, de ficção e documentários.

    A mostra é realizada com o apoio do Instituto de Cinema Dinamarquês (responsável pela seleção dos títulos) e da Embaixada Real da Dinamarca, com curadoria de Karl Erik Schollhammer.

    Durante o Festival de Cannes, os cineastas Lars Von Trier e Thomas Vinterberg lançaram o manifesto Dogma 95. Os princípios estabelecidos pelos jovens diretores causaram impacto imediato na mídia e influenciaram cineastas no Brasil e em outros países. Eles buscavam purificar a linguagem cinematográfica a favor da simplicidade narrativa, custo baixo e sem abuso dos efeitos estéticos.

    O país gera, atualmente, de 30 a 40 longas-metragens a cada ano. O festival mostrará ao público o que aconteceu com o cinema na Dinamarca depois do Dogma e como os cineastas influenciaram outros diretores. Serão três sessões diárias, sendo cada uma com um programa diferente. Algumas produções são direcionadas ao espectador infantil e outras para o público em geral.

    Durante a abertura, dois dos mais importantes documentaristas da Dinamarca, Jesper Jargil, diretor do longa Os Purificados, e Klaus Kjeldsen, autor do divertido Arrume Esta Bagunça.

    A mostra vai trazer o melhor da produção cinematográfica dinamarquesa atual que sempre teve uma ampla repercussão no Brasil. O movimento Dogma preserva a liberdade criativa do cinema, o que o aproxima do cinema brasileiro.

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