De noviço rebelde a fantasminha camarada ou de criança a caçador de tesouros, Renato Aragão, ou melhor, seu alter ego, Didi Mocó, coleciona mais de 49 aventuras em longa-metragem nos cinemas – contabilizando os trabalhos com os três parceiros de trapalhadas Dedé Santana e os saudosos Mussum e Zacarias.
Véspera de Natal, verão e férias da criançada tornam-se mais uma vez o momento estratégico para Aragão fazer sua nova incursão pelo cinema infanto-juvenil de aventura. Desta vez, ele vem com O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili, filme dirigido por Marcus Figueiredo.
A nova aventura de Didi Mocó é um conto de fadas, que mostra a história de um cavaleiro da corte do Rei da Landnóvia, uma terra imaginária. Didi luta contra um vilão que quer assumir o lugar do rei.
Na trama, Didi é o cavalariço do Rei Lindolfo (Werner Schünemann), monarca da Landnóvia, de quem é também amigo de infância e conselheiro. Esta situação não agrada aos ministros do reino, em especial a Jafar (Alexandre Zachia), irmão do rei. Didi é também muito amigo da Princesa Lili (interpretada por sua filha, Lívian Aragão, na versão mais jovem da personagem).
Lili é filha única dos reis Lindolfo e Valentina (Vera Holtz) e, conseqüentemente, futura rainha. Jafar arma um plano para se livrar de Didi, que falha e termina por matar o rei.
Com Lili (então interpretada por Camila Rodrigues) na linha sucessória da monarquia, Jafar passa a planejar o casamento dela com seu filho Galante (Eike Duarte). Porém, ela conhece Juan (Matheus Massaafferri), um plebeu por quem se apaixona.
"Essa princesa, na verdade, não é corajosa, mas depois ela se torna uma mulher valente", conta a jovem Lívian, que já tem o aval do pai para prosseguir na carreira de atriz. "Se ela quiser seguir o caminho dela, tudo bem. O público é que vai julgar", endossa Renato Aragão.