Mais um final de semana foi em frente, sem maiores ou menores surpresas para o público presente, e ainda deixa vestígios. Romário fez gol no Corinthians; Michael Schumacher venceu na Fórmula 1; Rubinho ficou lá atrás; Faustão ganhou do Gugu e o Brasil bateu outra vez a Argentina, agora conquistando a Copa América. Os queridos hermanos, talvez não soubessem ou tivessem esquecido, que o jogo só acaba quando termina. Deu no que deu. Aos 46 do segundo tempo, o nosso festejado Galvão já se debruçava em explicações para a derrota brasileira, quando Adriano achou aquele segundo gol. Aliás, depois de encerradas as cobranças das penalidades máximas, distribuídos os troféus e medalhas, deu um pouco de dó, mais não deixou de ser interessante ver os jogadores e membros da comissão técnica argentinos, com tamanha humildade, assistindo à festa brasileira no pódio. Agora, que ninguém condene o jovem Tevez ou D’Alessandro, dois craques, por terem levado a bola à linha de fundo brasileira e ali tentado ganhar os minutos que precisavam para o jogo terminar. Todos aprendemos com os nossos especialistas da área que, em todo final de jogo, é precisar segurar a bola no campo de ataque. Foi isso que eles fizeram ou tentaram fazer. Para felicidade geral da nação, a nossa, os dois foram profundamente infelizes.