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Depois de Legolas, Orlando Bloom encara novamente Piratas do Caribe

Arquivo Geral

16/07/2006 0h00

Quando Orlando Bloom, 29 anos, estava na escola de teatro, nunca imaginou que faria tantos filmes de ação e aventura. Seu primeiro grande projeto foi o personagem Legolas, o elfo, da premiada trilogia de O Senhor dos Anéis, de Peter Jackson e, recentemente, ele estrelou o épico de ação, Cruzada, de Ridley Scott. Mas não podemos esquecer o personagem Will Turner de Piratas do Caribe.

Juntamente com Johnny Depp, no papel do mau caráter Jack Sparrow e de Keira Knightley, como Elizabeth Swann, a filha do governador que se apaixona por Will, Orlando tem um grande carinho pelo primeiro filme.

"Ah, passamos momentos fabulosos durante as filmagens," diz ele. "Pessoas adoráveis, locações fantásticas e um ótimo diretor. Foi uma das melhores experiências profissionais que eu já tive", afirma ele.

Ele repete a experiência em Piratas do Caribe: O Baú da Morte, que estréia na próxima sexta-feira no Brasil.

O produtor Jerry Bruckheimer e o diretor Gore Verbinski reuniram-se mais uma vez com os principais membros de seu time criativo – elenco, escritores, equipe – e acrescentaram alguns novos talentos – Bill Nighy no papel de Davy Jones, o captor das almas perdidas no submundo dos mares – e Bloom não podia estar mais feliz de retornar.

O ator admite que nunca sonhou em fazer tantos filmes de ação. Mas um dos muitos benefícios é que sua técnica de luta com espada está cada vez melhor.

"Eu costumava ensaiar por semanas a fio antes, mas agora tenho três ou quatro sessões com os dublês e consigo pegar logo, bem mais rápido, o que é ótimo", diz ele.

"Eu me vejo em todos esses filmes de aventura e ação e eles são fantásticos, mas eu nunca pensei que ia fazer tantos. Mas tenho que dizer que adoro. É muito divertido trabalhar todo dia em Piratas e tem a mesma energia cinética do primeiro, só que mais", conta o ator.

Orlando sabia melhor que a maioria que filmar duas seqüências sem intervalo seria um passeio de montanha russa e um desafio extremo para todos os envolvidos. Houve um intervalo de 2 meses no ano passado e outro enquanto Verbinski montava O Baú da Morte para ser lançado no verão americano.

Ele passou quase dois anos na Nova Zelândia fazendo a trilogia de O Senhor dos Anéis, de Jackson, e com Piratas 2 e 3 ele teve, pelo menos de alguma forma, uma experiência parecida.

"Eu me lembro da experiência em Senhor dos Anéis em que havia a sensação de uma enorme locomotiva a vapor e todos se segurando nela, querendo entrar, tentando conseguir dar uma voltinha e deixar um pouco do vapor sair. Mas ao mesmo tempo aquela fera louca que está escapando de você é que fornece a energia e o entusiasmo e torna a tensão tão mais palpável”, explica Bloom.  

Nascido em Canterbury, na Inglaterra, o ator construiu uma carreira notável desde que O Senhor dos Anéis se tornou um fenômeno de bilheteria e de crítica mundial. Ele interpretou Paris, ao lado de Brad Pitt, em Tróia; foi um leiteiro que vira pugilista na comédia inglesa de baixo orçamento, The Calcium Kid; voltou a trabalhar com Ridley Scott, no papel principal de Cruzada – eles haviam trabalhado anteriormente em Falcão Negro em Perigo –; e, recentemente, contracenou com Kirsten Dunst na comédia romântica Tudo Acontece em Elizabethtown, de Cameron Crowe.

 

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