Os tempos são outros. Há a necessidade de se adaptar a novas situações e até aceitar determinadas coisas, mas educação cabe em qualquer lugar e a qualquer hora. Existe aí um tal “ranking da baixaria” que já foi desmoralizado pelas emissoras de televisão. Por outro lado, as diversas reuniões feitas com alguns dos nossos mais conhecidos comunicadores, inclusive promovidas pelo próprio governo federal, não deram absolutamente em nada. Tudo continuou do mesmo jeito e novos encontros devem ser marcados para os próximos tempos, sem que exista qualquer perspectiva da coisa tomar um rumo diferente. Sincera e honestamente, vai ser difícil alterar o atual quadro, principalmente porque há uma total e irrestrita conivência dos donos das emissoras. O Ratinho, que melhorou muito, tem um telejornal (?) no seu programa, onde o participante “Santos” faz questão de ficar o tempo todo coçando suas partes baixas. Ele se acha engraçado ao fazer aquilo. E o faz porque alguém deixa. O que leva alguém a se comportar desse jeito na televisão? Será que há alguma explicação? Por acaso dá mais audiência? Só para se ter uma idéia, até nos campos de futebol, jogador que faz gesto parecido como aquele toma cartão vermelho e é suspenso por vários jogos. Na televisão, tudo vale e nada acontece. É a “casa da mãe Joana”. Depois vem o João Kleber, que nos seus tempos de bola deve ter sido armador, mostrar uma atriz no papel da namorada que trai o namorado, também ator contratado, com outro artista. E por aí vai, sem contar o que diariamente pode ser visto em coisas como Luciana Gimenez, Sérgio Mallandro e companhia bela. Está feia a coisa. Piorando cada vez mais. E o nosso governo está interessado em controlar os jornalistas. Então tá.