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Curta brasiliense ganha festival de BH

Arquivo Geral

09/08/2004 0h00

O grande vencedor do 6º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte é um produto do planalto central. O curta-metragem brasiliense em 35mm Superfície, do diretor Jimi Figueiredo, foi escolhido pelo júri oficial como o melhor filme brasileiro de 2004.

Durante os seis minutos do filme, ainda não exibido em Brasília, um inusitado rompimento conjugal é contado por meio de imagens, sem diálogos. No elenco, a modelo Elisa Telles e o comediante Adriano Siri. A trilha sonora foi responsabilidade do músico Sylvio J, da banda Pravda.

O curioso é que Superfície foi inteiramente realizado com câmera fotográfica, utilizando uma sucessão de fotografias capturadas com uma velocidade de seis quadros por segundo. As fotos foram digitalizadas e editadas a 24 quadros por segundo. Jimi explica que o segredo dessa técnica, chamada table top, é fazer os atores atuarem em câmera lenta, para que depois os movimentos fluam naturalmente.

“Em alguns momentos as imagens dão uma tremidinha, como nos filmes antigos”, conta o diretor. Para evitar sustos nos espectadores, no início do filme há um aviso sobre a técnica utilizada.

A apresentação em Belo Horizonte foi a primeira em solo verde e amarelo. Finalizado em junho, o filme de Jimi já participou da Seleção Oficial do Festival de Cine de Hesca 2004 e da Mostra de Cine de Madri, ambas na Espanha. A intenção é que a película seja exibida em Brasília no próximo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em novembro.

Entre os dias 22 e 31 de julho o público pode conferir em Belo Horizonte a produção de curtas realizada em todo o mundo. Foram 301 trabalhos de 40 países. O prêmio de melhor curta internacional, segundo o júri oficial, foi para o argentino Sobre a Terra, de Maria Florencia Alvarez.

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    Curta brasiliense ganha festival de BH

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    09/08/2004 0h00

    O grande vencedor do 6º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte é um produto do planalto central. O curta-metragem brasiliense em 35mm Superfície, do diretor Jimi Figueiredo, foi escolhido pelo júri oficial como o melhor filme brasileiro de 2004.

    Durante os seis minutos do filme, ainda não exibido em Brasília, um inusitado rompimento conjugal é contado por meio de imagens, sem diálogos. No elenco, a modelo Elisa Telles e o comediante Adriano Siri. A trilha sonora foi responsabilidade do músico Sylvio J, da banda Pravda.

    O curioso é que Superfície foi inteiramente realizado com câmera fotográfica, utilizando uma sucessão de fotografias capturadas com uma velocidade de seis quadros por segundo. As fotos foram digitalizadas e editadas a 24 quadros por segundo. Jimi explica que o segredo dessa técnica, chamada table top, é fazer os atores atuarem em câmera lenta, para que depois os movimentos fluam naturalmente.

    “Em alguns momentos as imagens dão uma tremidinha, como nos filmes antigos”, conta o diretor. Para evitar sustos nos espectadores, no início do filme há um aviso sobre a técnica utilizada.

    A apresentação em Belo Horizonte foi a primeira em solo verde e amarelo. Finalizado em junho, o filme de Jimi já participou da Seleção Oficial do Festival de Cine de Hesca 2004 e da Mostra de Cine de Madri, ambas na Espanha. A intenção é que a película seja exibida em Brasília no próximo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em novembro.

    Entre os dias 22 e 31 de julho o público pode conferir em Belo Horizonte a produção de curtas realizada em todo o mundo. Foram 301 trabalhos de 40 países. O prêmio de melhor curta internacional, segundo o júri oficial, foi para o argentino Sobre a Terra, de Maria Florencia Alvarez.

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