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Críticas à parte

Arquivo Geral

07/04/2005 0h00

É preciso separar as coisas. Se a Record foi merecedora de críticas pelo comportamento apresentado na tarde de sábado, preferindo não interferir na sua programação gravada, no caso o Programa Raul Gil, para abrir espaço a um noticiário mais completo sobre a morte do papa João Paulo II, é preciso reconhecer que outros produtos da sua programação agiram de forma completamente diferente. E digna dos melhores elogios. O Jornal da Record, por exemplo, na noite do mesmo sábado, depois da sua escalada, abriu com um noticiário completo sobre o falecimento do Sumo Pontífice. Nenhuma surpresa, em se tratando do telejornal liderado por Boris Casoy, que sempre exigiu total liberdade na parte editorial do seu informativo. Um comportamento bem parecido com o do Paulo Henrique Amorim, que no seu Tudo a Ver nunca deixou de divulgar os fatos mais importantes do Vaticano, assim como a última edição do Domingo Espetacular, que dedicou 18 minutos do seu tempo aos funerais do Papa. Essa independência no jornalismo é o que se exige de uma grande rede de televisão, que tem ambições de crescer e não pode ficar amarrada a conceitos ou proibições religiosas, que não cabem mais no mundo de hoje. Quanto à tarde de sábado, o boletim apresentado foi algo tão rápido e inexpressivo, que a

maioria não percebeu. O que importa e o que aqui foi

colocado é que a Record não deu, naquele momento, a importância que o fato merecia.

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    07/04/2005 0h00

    É preciso separar as coisas. Se a Record foi merecedora de críticas pelo comportamento apresentado na tarde de sábado, preferindo não interferir na sua programação gravada, no caso o Programa Raul Gil, para abrir espaço a um noticiário mais completo sobre a morte do papa João Paulo II, é preciso reconhecer que outros produtos da sua programação agiram de forma completamente diferente. E digna dos melhores elogios. O Jornal da Record, por exemplo, na noite do mesmo sábado, depois da sua escalada, abriu com um noticiário completo sobre o falecimento do Sumo Pontífice. Nenhuma surpresa, em se tratando do telejornal liderado por Boris Casoy, que sempre exigiu total liberdade na parte editorial do seu informativo. Um comportamento bem parecido com o do Paulo Henrique Amorim, que no seu Tudo a Ver nunca deixou de divulgar os fatos mais importantes do Vaticano, assim como a última edição do Domingo Espetacular, que dedicou 18 minutos do seu tempo aos funerais do Papa. Essa independência no jornalismo é o que se exige de uma grande rede de televisão, que tem ambições de crescer e não pode ficar amarrada a conceitos ou proibições religiosas, que não cabem mais no mundo de hoje. Quanto à tarde de sábado, o boletim apresentado foi algo tão rápido e inexpressivo, que a

    maioria não percebeu. O que importa e o que aqui foi

    colocado é que a Record não deu, naquele momento, a importância que o fato merecia.

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