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Coração

Arquivo Geral

30/08/2004 0h00

Uma, aliás, duas novidades para quem tem problemas cardíacos. Um medicamento desenvolvido no Brasil para hipertensos e a divulgação de um estudo sobre a expectativa de vida de pacientes com insuficiência cardíaca revelam novas direções no tratamento de doenças do coração.

Para tratar os hipertensos, um laboratório brasileiro acaba de lançar remédio que faz uma combinação fixa dos fármacos atenolol (betabloqueador) e anlodipino (antagonista do cálcio).

A combinação de um betabloqueador – usado para diminuir o consumo de oxigênio do coração – com um antagonista do cálcio – que funciona como um vaso dilatador e melhora o aporte de oxigênio e nutrientes para a musculatura do coração – em apenas um medicamento é inédita no País.

Segundo o cardiologista Carlos Alberto Machado, mais de 50% dos hipertensos abandonam o tratamento no primeiro ano. “Utilizar duas classes de remédio melhora muito a adesão ao tratamento. Facilita a vida do enfermo, que não precisa se preocupar com os horários de dois remédios diferentes.”

A outra boa nova é uma pesquisa da Unifesp que mostra o aumento da expectativa de vida em pacientes que passaram por uma cirurgia de implante de prótese no interior da válvula mitral com correção do ventrículo esquerdo.

A operação é indicada para casos graves de insuficiência cardíaca – geralmente é realizada em pacientes terminais que tiveram infarto e que, por algum motivo, não podem realizar um transplante. “É uma forma alternativa ao transplante”, diz o cirurgião cardiovascular Luciano Figueiredo Aguiar, um dos responsáveis pelo estudo.

A pesquisa acompanhou 26 pacientes submetidos a essa cirurgia no Hospital São Paulo, todos com expectativa de vida de apenas seis meses. Depois de cerca de 17 meses da cirurgia, 85% deles continuavam bem. Após quatro anos, aproximadamente, 80% dos pacientes estavam vivos.

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    30/08/2004 0h00

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    Para tratar os hipertensos, um laboratório brasileiro acaba de lançar remédio que faz uma combinação fixa dos fármacos atenolol (betabloqueador) e anlodipino (antagonista do cálcio).

    A combinação de um betabloqueador – usado para diminuir o consumo de oxigênio do coração – com um antagonista do cálcio – que funciona como um vaso dilatador e melhora o aporte de oxigênio e nutrientes para a musculatura do coração – em apenas um medicamento é inédita no País.

    Segundo o cardiologista Carlos Alberto Machado, mais de 50% dos hipertensos abandonam o tratamento no primeiro ano. “Utilizar duas classes de remédio melhora muito a adesão ao tratamento. Facilita a vida do enfermo, que não precisa se preocupar com os horários de dois remédios diferentes.”

    A outra boa nova é uma pesquisa da Unifesp que mostra o aumento da expectativa de vida em pacientes que passaram por uma cirurgia de implante de prótese no interior da válvula mitral com correção do ventrículo esquerdo.

    A operação é indicada para casos graves de insuficiência cardíaca – geralmente é realizada em pacientes terminais que tiveram infarto e que, por algum motivo, não podem realizar um transplante. “É uma forma alternativa ao transplante”, diz o cirurgião cardiovascular Luciano Figueiredo Aguiar, um dos responsáveis pelo estudo.

    A pesquisa acompanhou 26 pacientes submetidos a essa cirurgia no Hospital São Paulo, todos com expectativa de vida de apenas seis meses. Depois de cerca de 17 meses da cirurgia, 85% deles continuavam bem. Após quatro anos, aproximadamente, 80% dos pacientes estavam vivos.

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