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Concorrentes a Miss Universo deixam política de lado

Arquivo Geral

21/07/2006 0h00

Mesmo com tantos conflitos no mundo, 88 mulheres que esperam ser embaixadoras da boa vontade se reuniram em Los Angeles esta semana esperando deixar a política de lado, enquanto competem para se tornar a próxima Miss Universo.

O concurso de beleza, que acontece no domingo e será visto em 170 países, está em sua 55ª edição. A vencedora passará seu mandato de Miss Universo viajando pelo mundo e falando sobre ajuda humanitária, saúde e outros assuntos.

A canadense Natalie Glebova, Miss Universo no ano passado, tornou-se uma defensora da educação, pesquisa e legislação sobre HIV/Aids, e foi tão longe em sua causa que se submeteu a um teste de HIV em um hospital de Johanesburgo para chamar a atenção das pessoas.

Este ano, conflitos mundiais dominaram as manchetes, mas, nas duas últimas semanas em que as competidoras estiveram em Los Angeles para as provas preliminares, as mulheres disseram que a política tinha sido deixada de lado.

"Não há necessidade de colocar política em um concurso porque, como rainhas da beleza – se você quiser nos chamar assim – não é nosso trabalho. Nosso trabalho é defender nossas causas oficiais", disse Tara Conner, Miss Estados Unidos. 

A Miss México Priscila Perales concordou. "Você não pode julgar alguém levando em conta o que os políticos de seu país fazem."

Concorrentes de várias nações – da Albânia à Zâmbia – competem em categorias tradicionais como vestidos de noite e trajes de banho. Mas elas também respondem a questões que revelam um pouco de sua personalidade e habilidade de falar em público.

As 20 finalistas do concurso de duas horas, que passará ao vivo no domingo, foram escolhidas em uma rodada preliminar da competição na terça-feira à noite. Mas seus nomes não serão revelados até domingo.

O concurso foi realizado nos EUA pela última vez em 1998, em Honolulu, no Havaí. No ano passado, aconteceu em Bangcoc.

O concurso deste ano foi anormalmente livre de controvérsias. No ano passado, por exemplo, budistas protestaram quando as concorrentes vestidas com biquínis posaram para fotos diante do famoso tempo de Bangcoc "Wat Arun", que significa "Templo da Alvorada".

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