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Como desenho japonês

Arquivo Geral

06/07/2003 0h00

Chico Neto

Um liqüidificador. É assim que se sente o cérebro do telespectador assíduo de Kubanacan, a trama tropical das sete da Globo que mereceria como subtítulo Popeye no Clube das Mulheres, considerada a força espinafrada do herói-galã Esteban (Marcos Pasquim) e a escalação do elenco masculino que, em sua maioria, tem como uniforme o torso nu.

Ação rápida como nos desenhos animados japoneses – que mal permitem uma respiração compassada de quem os assiste, dado o padrão tiro-e-queda seguido pelos personagens – é o primeiro fator que contribui para exaurir a atenção de quem acompanha a novela. O outro é a profusão de personagens, como se no decorrer da história uma arca-de-Noé estacionada no Projac fosse aos poucos liberando novas e estranhas figuras.

Se isso estressa o telespectador, é compreensível imaginar que fustiga o elenco. Marcos Pasquim, aquele que bate e apanha sem parar e ainda tem fôlego para ser o papa-todas do enredo, já tem de conviver com um duplo, o dark Esteban.

Não é de se admirar o tão repercutido estresse de Humberto Martins (Camacho), que, mesmo tendo um duplo original como Capacho (Marcelo Saback), pediu arrego e ausentou-se das gravações por um mês. Ao jornal carioca Extra, ele contou ter conseguido manter sem arranhões as relações com Carlos Lombardi e Wolf Maia, respectivamente autor e diretor. Mas admitiu precisar de descanso.

Há de lhe fazer bem. Para um papel que exige do ator o tom permanentemente histérico – que ele não desimpregnou do Chalaça da minissérie O Quinto dos Infernos –, o refresco vem em tempo. Quanto ao fio da história… E isso lá é levado em consideração nas novelas atuais da Globo?

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    Arquivo Geral

    06/07/2003 0h00

    Chico Neto

    Um liqüidificador. É assim que se sente o cérebro do telespectador assíduo de Kubanacan, a trama tropical das sete da Globo que mereceria como subtítulo Popeye no Clube das Mulheres, considerada a força espinafrada do herói-galã Esteban (Marcos Pasquim) e a escalação do elenco masculino que, em sua maioria, tem como uniforme o torso nu.

    Ação rápida como nos desenhos animados japoneses – que mal permitem uma respiração compassada de quem os assiste, dado o padrão tiro-e-queda seguido pelos personagens – é o primeiro fator que contribui para exaurir a atenção de quem acompanha a novela. O outro é a profusão de personagens, como se no decorrer da história uma arca-de-Noé estacionada no Projac fosse aos poucos liberando novas e estranhas figuras.

    Se isso estressa o telespectador, é compreensível imaginar que fustiga o elenco. Marcos Pasquim, aquele que bate e apanha sem parar e ainda tem fôlego para ser o papa-todas do enredo, já tem de conviver com um duplo, o dark Esteban.

    Não é de se admirar o tão repercutido estresse de Humberto Martins (Camacho), que, mesmo tendo um duplo original como Capacho (Marcelo Saback), pediu arrego e ausentou-se das gravações por um mês. Ao jornal carioca Extra, ele contou ter conseguido manter sem arranhões as relações com Carlos Lombardi e Wolf Maia, respectivamente autor e diretor. Mas admitiu precisar de descanso.

    Há de lhe fazer bem. Para um papel que exige do ator o tom permanentemente histérico – que ele não desimpregnou do Chalaça da minissérie O Quinto dos Infernos –, o refresco vem em tempo. Quanto ao fio da história… E isso lá é levado em consideração nas novelas atuais da Globo?

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