A peça Trair e Coçar é Só Começar está em cartaz nos teatros brasileiros há 21 anos, ininterruptamente, com público superior a cinco milhões de espectadores. Agora, o público brasiliense também poderá se somar aos números de apreciadores da peça de Marcos Caruso, em cartaz quinta e sexta-feiras, às 21h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional.
O espetáculo, sob direção de Attílio Riccó, parte de uma sucessão de mal-entendidos entre três casais. A história se costura pelas confusões de Olímpia, a empregada doméstica de um deles. Ela se aproveita da desconfiança geral entre eles e leva os homens a acreditarem que suas mulheres são adúlteras e vice-versa.
“Até hoje, ninguém sabe explicar esse sucesso. Talvez seja porque o Marcos Caruso (autor do texto) está sempre nos acompanhando”, afirma Anastácia Custódio, a protagonista da montagem, que teve originalmente Denise Fraga no papel principal.
Ano passado, no 20° aniversário do espetáculo, Caruso adaptou o texto para o cinema. Nas telonas, Trair e Coçar É Só Começar tem direção de Moacyr Góes e Adriana Esteves no papel da protagonista. “Marcos também deu uma enxugada no texto da peça. Mudou algumas marcações para atualizar o contexto”, conta Anastácia.
Nesta turnê, que começou em abril, fazem parte do elenco Anastácia Custódio, Carlos Mariano, César Pezzuoli, Annamaria Dias, Carla Pagani e Roberta Barros.
Trair e Coçar É só Começar – Hoje e amanhã, às 21h, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional.
Ingressos a R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).