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Combinação imperfeita

Arquivo Geral

27/06/2005 0h00

É interessante essa proposta da Record de descentralizar seus trabalhos, transferindo parte do setor de produção para o Rio de Janeiro. Dizem, inclusive, que dos antigos estúdios do Renato Aragão, adquiridos recentemente, não sobrará pedra sobre pedra. Um moderno projeto de arquitetura será imediatamente colocado em prática, para adaptar o local ao que exige uma emissora de televisão. Dinheiro para isso não é problema. Já existem R$ 30 milhões reservados para o início imediato das obras, que deverão estar concluídas até no começo do ano que vem. O local servirá de base para todo o setor de teledramaturgia, que inclusive ganhará outros espaços na programação. O principal interessado em tudo isso é o novo presidente da emissora, Alexandre Raposo, nascido em São Paulo, mas carioca de coração. Neste seu processo de crescimento, a Record também tem de pensar grande e saber que suas responsabilidades são muito maiores para com o seu público telespectador. As coisas devem ser bem definidas. Não se pode admitir, por exemplo, o que aconteceu na última terça-feira: depois de passarem alguns dias anunciando a transmissão de Brasil e Síria pelo Mundial Sub-20, o jogo não foi levado ao ar, porque um bispo entendeu que o horário deveria ser ocupado por um programa religioso. Aí fica difícil. Não se deve misturar televisão com fé. Nenhum processo de crescimento resiste a uma coisa dessas.

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    27/06/2005 0h00

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