Lázaro Ramos, trajando macacão acolchoado, e Taís Araújo, sobrepondo jaqueta de vinil com hood e short com calça, abriram o desfile puxando uma colorida gangue de motoriders.
Em seguida, a TNG levou à passarela muito jeans skinny para meninos – alguns processados tecnologicamente para ganhar brilho – e leggins, minissaias e mais macacões e shorts para meninas, em lycra e outros materiais colantes.
Para o guarda-roupa do homem, a grife também criou maxitricô e tricôs comuns com gola rulê, jaqueta de couro, blazer e casacões em estilo militar, casaco em matelassê e calças de moletons folgadas.
Para elas, bata, maxitricô com brilho, casacos amplos de moletom, saia de couro plissada e bolsas de mão em vinil.
Na cartela de cores, muito azulão, roxo, amarelo, verde e laranja em tons vivos, cítricos e, às vezes, quase fluorescentes. Para quebrar toda essa luz, Tito Bessa, dono da marca, foi de cinza, gelo e preto.
A primeira virada do desfile serviu para a TNG apresentar suas peças de alfaiataria. Os ternos masculinos, ainda ajustados ao corpo, variaram do básico de microfibrila aos feitos com material mais pesado e quente, a maioria em tons escuros.
As mulheres também ganharam terninho, um conjunto cinza de saia com casaquinho assimétrico arrematado com frisos rosas e amarelos, e um casacão atoalhado.
Na parte final, a grife estaciona no Oriente, alterando peças mais justas e outras mais amplas. Os destaques aqui são os coletes e quimonos masculinos, e o vestido japonês em matelassê e a calça bufante com pregas feminina. Outro detalhe da coleção da TNG foi a gola careca, quase onipresente nos modelos apresentados.