Ninguém pode acusar Sammy de falta de persistência. Depois do primeiro Big Brother, o paulista se inscreveu em todas as edições do programa. Mas, acredite, quase perdeu essa oportunidade. “Nossa impressora quebrou e eram 18 páginas de questionário. Nos outros ele fez tudo bonitinho, nesse foi tudo corrido, escrito à mão, o vídeo gravado na loja”, lembra Sueli Uêda, mãe do nissei. Vítima de bronquite desde criança, Sammy sempre foi, para a família, um menino caseiro. Mas aí vieram as câmeras do confinamento e ele se revelou. “Tem coisas que eu só descobri na casa, como aquela tragada no cigarro da Pink. Depois a Stephany me contou que ele fumava quando saía para as baladas, mas não queria que eu soubesse.”
Companheira fiel, Stephany é a irmã, de 16 anos. “Ele é um pai para mim, dá broncas, conselhos. Mas a gente sai junto e se diverte”, conta a caçula, entregando que o irmão é namorador. “Ele é difícil de se apaixonar, nunca teve um namoro longo”, entrega ela, que tem ciúmes do irmão. Com 26 anos, o paulista de Indaiatuba se formou em Publicidade, mas nunca exerceu a profissão. “Ele trabalhava na loja com o pai. Mas não tinha muito tino para os negócios”, admite Sueli, que é mãe ainda de Sacha, 29. “Sammy gosta mesmo é de cantar”, orgulha-se Sueli, que baba: “Minha cria deu certo”.