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Cientistas apresentam nova técnica para combater mal

Arquivo Geral

18/08/2004 0h00

Uma nova pesquisa de cientistas holandeses e americanos gera esperanças para quem sofre do mal de Alzheimer. O trabalho dos especialistas é em cima de um tratamento baseado no controle de plaquetas tóxicas que anulam a capacidade intelectual dos doentes. A estratégia foi apresentada num estudo publicado pela conceituada revista Neuron.

O método da equipe binacional foi desenvolvido a partir de pesquisas com ratos geneticamente modificados. Ele consiste na eliminação da proteína Peptídio Beta, responsável pela criação das plaquetas que inundam o cérebro e desencadeiam o Alzheimer.

Os cientistas constataram que, quando as plaquetas do cérebro dos ratos foram eliminadas, as crescentes conseqüências da doença foram reduzidas e até exterminadas. O resultado só não foi observado em animais nos quais a doença já havia chegado a um estado avançado.

A doença de Alzheimer geralmente afeta as pessoas acima de 65 anos. Uma das partes do cérebro mais atingida é a memória, Quanto mais velha a pessoa maior a probabilidade de desenvolver a doença. Todos os tipos de pessoas estão sujeitas a esta doença. Nenhuma profissão, nível de escolaridade ou raça está imune. Em casos raros, a doença de Alzheimer pode ser uma doença familiar. Em outros, apenas uma pessoa da família é afetada.

Outro avanço é o hidroclorido donepezil, princípio ativo de um remédio capaz de deter o avanço da doença. Segundo uma pesquisa apresentada na Conferência Internacional sobre o mal de Alzheimer e Transtornos Vinculados, na Filadélfia, esse medicamento pode retardar em seis meses a passagem do estágio de transtorno cognitivo moderado, quando o paciente tem dificuldades sérias ligadas à memória, até o começo da fase aguda.

Após três anos, os pacientes que tomaram o remédio tinham tantas chances de ter entrado na fase mais grave do mal de Alzheimer quanto os que não tomaram, mas sua qualidade de vida durante este período foi melhor. Cada passo da ciência é uma grande esperança para que esta terrível doença tenha um dia a cura. O mundo inteiro torce.

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    18/08/2004 0h00

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    O método da equipe binacional foi desenvolvido a partir de pesquisas com ratos geneticamente modificados. Ele consiste na eliminação da proteína Peptídio Beta, responsável pela criação das plaquetas que inundam o cérebro e desencadeiam o Alzheimer.

    Os cientistas constataram que, quando as plaquetas do cérebro dos ratos foram eliminadas, as crescentes conseqüências da doença foram reduzidas e até exterminadas. O resultado só não foi observado em animais nos quais a doença já havia chegado a um estado avançado.

    A doença de Alzheimer geralmente afeta as pessoas acima de 65 anos. Uma das partes do cérebro mais atingida é a memória, Quanto mais velha a pessoa maior a probabilidade de desenvolver a doença. Todos os tipos de pessoas estão sujeitas a esta doença. Nenhuma profissão, nível de escolaridade ou raça está imune. Em casos raros, a doença de Alzheimer pode ser uma doença familiar. Em outros, apenas uma pessoa da família é afetada.

    Outro avanço é o hidroclorido donepezil, princípio ativo de um remédio capaz de deter o avanço da doença. Segundo uma pesquisa apresentada na Conferência Internacional sobre o mal de Alzheimer e Transtornos Vinculados, na Filadélfia, esse medicamento pode retardar em seis meses a passagem do estágio de transtorno cognitivo moderado, quando o paciente tem dificuldades sérias ligadas à memória, até o começo da fase aguda.

    Após três anos, os pacientes que tomaram o remédio tinham tantas chances de ter entrado na fase mais grave do mal de Alzheimer quanto os que não tomaram, mas sua qualidade de vida durante este período foi melhor. Cada passo da ciência é uma grande esperança para que esta terrível doença tenha um dia a cura. O mundo inteiro torce.

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