Menu
Promoções

China tem o maior número de casos

Arquivo Geral

17/04/2003 0h00

A Organização Mundial de Saúde (OMS) está enviando três equipes para a China, o país com o maior número de casos da Sars, até agora, com 1.445 registros e 65 óbitos. Somente na capital chinesa, Pequim, o número de casos prováveis de pessoas com pneumonia asiática estava perto das 200 notificações, ontem, de acordo com a OMS.

“A equipe da OMS viu que há mais casos em Pequim do que os anunciados pelo governo, que eram de 37 registros”, afirmou o perito da OMS, Wolfgang Praise, membro de uma delegação que visitou nos últimos dias hospitais de Pequim, incluindo militares, onde circulam informações de dezenas de casos de infecção. Segundo o especialista alemão, a discrepância resulta do fato de “os hospitais militares (de Pequim) terem o seu próprio sistema de vigilância e informação de casos”, não divulgando ao governo de Pequim o número de casos ou mortes por contágio da Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars).

segundo Alan Schnur, representante da OMS em Pequim, mais de mil pessoas estão sob observação na cidade.

Os peritos assinalam, contudo, não dispor ainda de dados suficientes para tirar conclusões sobre o quadro geral da evolução do surto da doença em Pequim, que já matou quatro pessoas na capital, segundo os dados oficiais. Após a ronda pelas unidades hospitalares e reuniões com autoridades locais e técnicos de saúde de Pequim, a OMS concluiu que “o sistema de vigilância precisa de ser melhorado urgentemente”.

“O atual sistema de vigilância ainda não é suficientemente bom para identificar o número de casos de Sars em Pequim”, declarou o líder da equipe, James Maguire. A maior preocupação da OMS, a longo prazo, é a situação nas províncias pobres da China, uma vez que a rede nacional de vigilância, que divulga a evolução do surto “funciona mal”.

    Você também pode gostar

    China tem o maior número de casos

    Arquivo Geral

    17/04/2003 0h00

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) está enviando três equipes para a China, o país com o maior número de casos da Sars, até agora, com 1.445 registros e 65 óbitos. Somente na capital chinesa, Pequim, o número de casos prováveis de pessoas com pneumonia asiática estava perto das 200 notificações, ontem, de acordo com a OMS.

    “A equipe da OMS viu que há mais casos em Pequim do que os anunciados pelo governo, que eram de 37 registros”, afirmou o perito da OMS, Wolfgang Praise, membro de uma delegação que visitou nos últimos dias hospitais de Pequim, incluindo militares, onde circulam informações de dezenas de casos de infecção. Segundo o especialista alemão, a discrepância resulta do fato de “os hospitais militares (de Pequim) terem o seu próprio sistema de vigilância e informação de casos”, não divulgando ao governo de Pequim o número de casos ou mortes por contágio da Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars).

    segundo Alan Schnur, representante da OMS em Pequim, mais de mil pessoas estão sob observação na cidade.

    Os peritos assinalam, contudo, não dispor ainda de dados suficientes para tirar conclusões sobre o quadro geral da evolução do surto da doença em Pequim, que já matou quatro pessoas na capital, segundo os dados oficiais. Após a ronda pelas unidades hospitalares e reuniões com autoridades locais e técnicos de saúde de Pequim, a OMS concluiu que “o sistema de vigilância precisa de ser melhorado urgentemente”.

    “O atual sistema de vigilância ainda não é suficientemente bom para identificar o número de casos de Sars em Pequim”, declarou o líder da equipe, James Maguire. A maior preocupação da OMS, a longo prazo, é a situação nas províncias pobres da China, uma vez que a rede nacional de vigilância, que divulga a evolução do surto “funciona mal”.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado