O cérebro humano não é uma rede de informações fixa, já estabelecida e limitada, mas uma rede dinâmica que se adapta constantemente para atender às demandas de comunicação, cujo córtex tem uma capacidade potencial de tráfego de informações comparável à capacidade de todos os backbones – estruturas centrais – que a Internet possuía no final de 2002, segundo cientistas do Instituto Salk e da Universidade de Cambridge (Inglaterra).
O estudo usa a rede mundial de computadores como referência para a capacidade do cérebro humano. Mas os cientistas afirmam que a comparação é, de certa forma, pobre para entender como funciona o cérebro, que seria mais como um “dispositivo híbrido de pouco consumo de energia”.