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Celular afeta fecundação

Arquivo Geral

29/06/2004 0h00

O uso freqüente de telefones celulares pode reduzir a fertilidade masculina em 30%, de acordo com um estudo científico publicado ontem pelo jornal britânico The Sunday Times. A pesquisa, realizada pela universidade húngara de Szeged e que será apresentada hoje em um congresso em Berlim, indica que a radiação procedente dos celulares pode ter um efeito negativo na produção de esperma e, portanto, nas possibilidades de fecundação.

A influência negativa da utilização excessiva de celulares é mais patente entre os homens que carregam os aparelhos na cintura ou no bolso das calças. “A utilização prolongada dos telefones celulares pode ter um efeito negativo na produção de esperma e na fertilidade masculina, deteriorando tanto a concentração como a mobilidade”, declarou ao The Sunday Times o autor do estudo, Imre Fejes.

A pesquisa, realizada durante 13 meses com 221 homens que utilizavam telefones celulares, concluiu que a produção de esperma diminuiu em quase 30% e que o sêmen sobrevivente sofria alterações. As conclusões deste estudo vão ser apresentadas na conferência anual da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia, que acontece esta semana na capital alemã.

Especialistas britânicos alertaram, no entanto, que as conclusões podem ser exageradas, pois existem estudos contraditórios sobre o risco para a saúde representado pelas radiações procedentes dos celulares.

Um porta-voz da Associação Britânica de Operadores de Telefones Celulares, por sua vez, disse que “os estudos sucessivos que foram realizados não demonstraram que haja efeitos adversos para a saúde”.

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    A influência negativa da utilização excessiva de celulares é mais patente entre os homens que carregam os aparelhos na cintura ou no bolso das calças. “A utilização prolongada dos telefones celulares pode ter um efeito negativo na produção de esperma e na fertilidade masculina, deteriorando tanto a concentração como a mobilidade”, declarou ao The Sunday Times o autor do estudo, Imre Fejes.

    A pesquisa, realizada durante 13 meses com 221 homens que utilizavam telefones celulares, concluiu que a produção de esperma diminuiu em quase 30% e que o sêmen sobrevivente sofria alterações. As conclusões deste estudo vão ser apresentadas na conferência anual da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia, que acontece esta semana na capital alemã.

    Especialistas britânicos alertaram, no entanto, que as conclusões podem ser exageradas, pois existem estudos contraditórios sobre o risco para a saúde representado pelas radiações procedentes dos celulares.

    Um porta-voz da Associação Britânica de Operadores de Telefones Celulares, por sua vez, disse que “os estudos sucessivos que foram realizados não demonstraram que haja efeitos adversos para a saúde”.

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