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Casca do ipê-roxo pode ser usada contra o câncer

Arquivo Geral

09/03/2004 0h00

Uma cápsula gelatinosa que tem como princípio ativo a beta-lapachona, derivada do lapachoe, formulado a partir da casca do ipê-roxo – árvore nativa das florestas tropicais – surge como alternativa terapêutica no tratamento de diversos tipos de câncer. A descoberta vem de Pernambuco, onde pesquisadores estudam a viabilidade comercial desse medicamento.

O projeto para fabricação da fórmula vem sendo trabalhado há quatro anos. Trata-se de um estudo desenvolvido por 15 pesquisadores do departamento de farmácia da Universidade Federal de Pernambuco e do Laboratório Farmacéutico do Estado (Lafepe). A coordenação da pesquisa é do diretor-técnico do Lafepe, Pedro Rolim. De acordo com ele, a viabilidade comercial do projeto vai beneficiar toda a área de oncologia, especialmente os casos de câncer de próstata e de mama, os mais comuns entre homens e mulheres, respectivamente.

De acordo com Pedro Rolim, as propriedades do medicamento na regressão de tumores malígnos já tem eficácia comprovada em ensaios realizados com animais. O pesquisador explica que falta agora definir as doses terapêuticas indicadas nos tratamentos – o que vai variar de acordo com o diagnóstico – e fazer os testes de verificação da toxidade da substância no organismo.

Pedro Rolim explica que para agilizar os procedimentos foram firmados convênios com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo. Essa instituição ficará responsável pelos testes clínicos com os seres humanos. Na Universidade Federal de Vicosa, em Minas Gerais, serão realizadas as experiências com os animais.

O diretor-técnico do projeto estima que dentro de um curto prazo – cerca de dois a três anos – o fármaco estará disponível no mercado nacional podendo também ser exportado para paises da África e da Ásia.

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    09/03/2004 0h00

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    O projeto para fabricação da fórmula vem sendo trabalhado há quatro anos. Trata-se de um estudo desenvolvido por 15 pesquisadores do departamento de farmácia da Universidade Federal de Pernambuco e do Laboratório Farmacéutico do Estado (Lafepe). A coordenação da pesquisa é do diretor-técnico do Lafepe, Pedro Rolim. De acordo com ele, a viabilidade comercial do projeto vai beneficiar toda a área de oncologia, especialmente os casos de câncer de próstata e de mama, os mais comuns entre homens e mulheres, respectivamente.

    De acordo com Pedro Rolim, as propriedades do medicamento na regressão de tumores malígnos já tem eficácia comprovada em ensaios realizados com animais. O pesquisador explica que falta agora definir as doses terapêuticas indicadas nos tratamentos – o que vai variar de acordo com o diagnóstico – e fazer os testes de verificação da toxidade da substância no organismo.

    Pedro Rolim explica que para agilizar os procedimentos foram firmados convênios com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo. Essa instituição ficará responsável pelos testes clínicos com os seres humanos. Na Universidade Federal de Vicosa, em Minas Gerais, serão realizadas as experiências com os animais.

    O diretor-técnico do projeto estima que dentro de um curto prazo – cerca de dois a três anos – o fármaco estará disponível no mercado nacional podendo também ser exportado para paises da África e da Ásia.

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