Há um ano, Bruni é embaixadora do Fundo Global para a Luta contra a Aids, Tuberculose e Malária, porque queria “utilizar” sua “posição” para se comprometer com o combate à aids, disse, em entrevista divulgada pela TV5.
A primeira-dama reconheceu que é “sensível a essa doença de maneira pessoal”, pois perdeu um irmão infectado com o HIV, morto em 1996, mas acrescentou que “não há necessidade de conhecer pessoas que tenham morrido de aids para se sentir atingido pelo impacto dessa pandemia espantosa”.
“Falo por aqueles que não têm nada”, acrescentou a esposa do presidente da França, Nicolas Sarkozy, acrescentando que o irmão “teve a sorte de viver na França, de ser tratado na França e de ter acesso a cuidados e aos melhores hospitais e médicos”.
Bruni ressaltou que “é preciso continuar lutando, investindo nessa causa”, porque o problema ainda não foi superado.