A Secretaria de Fomento e Incentivo do Ministério da Cultura já registra oficialmente um total de R$ 676 milhões captados em 2005 por projetos aprovados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.
É o maior número já registrado desde a criação da Lei em 1991 e deve ultrapassar os R$ 700 milhões, após a contabilização de todas as informações coletadas.
É o terceiro recorde na gestão do ministro Gilberto Gil. A captação saltou de R$ 482 milhões em 2002, para R$ 536 milhões em 2003; e R$ 567 milhões em 2004 (considerando-se os valores corrigidos pelo IPCA).
“São números muito expressivos e que também registram a melhor distribuição da história da lei federal de incentivo: 22 estados bateram recorde de captação entre 2003 e 2005. O Acre, por exemplo, saiu de zero para cerca de R$ 700 mil no último ano”, destaca o ex-secretário de Fomento, Sérgio Xavier, que deixou o cargo no último dia sete e foi substituído pelo economista Marco Acco, da assessoria do ministério.
Em 2005 foram analisados 12.576 projetos culturais, dos quais 11.513 foram aprovados e outros 1063 foram indeferidos. O número representa um aumento de 19% em relação aos projetos apresentados em 2004, que somaram 10.185 e de 18% do quantitativo de projetos aprovados, que totalizaram 9.425 propostas.