A gafe do festival: “Boa noite, São Paulo!”. A frase foi proferida, alto e bom som, por Duda Calvin, vocalista da gaúcha Tequila Baby, em pleno Palco 1. Calvin, aliás, é um clone em miniatura do guitar-hero às avessas Johnny Ramone.
A cada ano, a produção distribui mais convites para a área vip. Se continuar assim, o maior gasto dos realizadores será com pulseirinhas para convidados.
Dark Avenger, banda quero-ser-estrela-do-heavy-metal-agudo, reclamou que só teve 30 minutos no palco.
O VJ Rafa, da MTV, deveria dar a metade do salário para a sua produtora. Quase todas as perguntas das entrevistas eram “cantadas” pela bela.
Muita gente ainda está tentando entender como Max Kolesne, baterista do Krisiun, consegue tanta velocidade com as baquetas
“Bater cabeça é melhor que pegar mulher”. A frase partiu de Bruno Souza, 16, do Guará II, fã de coisas barulhentas. Tem gosto pra tudo.
Maratonista: Alf tocou baixo com os Raimundos e, depois, liderou o Rumbora.
Cada show custou R$ 0,30 para os roqueiros. É só dividir R$ 5 por 17 shows. Caro?
Os roqueiros candangos têm de ser bons de perna para acompanhar os shows. Houve um verdadeiro festival de corre-corre do Palco 1 para o Palco 2. E vice-versa.