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Brasília vive o Rock and Roll

Arquivo Geral

20/07/2004 0h00

E rolou o Porão do Rock com sucesso de público e crítica num espaço que reuniu, nos dois dias, cerca de 65 mil pessoas. A organização está rindo para as paredes. Tudo correu bem nos bastidores, apesar de cenas estrelares de alguns artistas. Falcão, do Rappa, preferiu um vôo separado da banda, assim como uma van só para ele. Quem te viu, quem te vê… O CPM22 também deu um certo trabalho. Não quis dividir nada com os coleguinhas. Lobão estava calmo, bem light. O internacional Peligro amou as mocinhas brasilienses e mudou o horário do vôo para curtir mais a cidade e tudo de prazeroso que ela oferece. Juliana BBB circulou pelos camarins fazendo a linha “conheço Brasília inteira”. Digão e Phellipe Seabra também deram pinta por lá. Um dos mais assediados foi o produtor musical Tom Capone. As novas bandas davam a vida para ter acesso a ele. Tom acompanhou o trabalho dos novos músicos e anotou o nome de alguns em seu caderninho mágico. Supla foi embora estressado com o público, e com toda razão. Aliás, o público foi um capítulo à parte. Jovens bêbados e agressivos, procurando briga em vez de curtir os shows ou namorar. Coisa de descerebrados mesmo. Um evento bacana como este na nossa cidade… organizado, com nomes importantes da cena musical do País, elogiado pelas bandas… uma pena que muitos garotos brasilienses estejam mais preocupados em se drogar que desfrutar do real sentido do Porão do Rock: a nova música. Outra cena que mereceu comentário foi a quantidade de mulheres nos camarins dos artistas. Uma coisa impressionante. Um frio danado e elas vestindo tops, tamancos de acrílicos (sempre eles!), microssaias. Sobrou até para técnicos, seguranças, motoristas de vans… Ano que vem tem mais, muito mais!

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    20/07/2004 0h00

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