No longa-metragem, os cineastas mostram a solidão e as dificuldades que os indivíduos devem enfrentar em uma grande metrópole e, neste caso concreto, em “uma ainda mais abstrata que outras”, como Brasília, apontou o diretor do Festival, Marco Müller.
Nenhum dos dois concorre ao Leão de Ouro, máximo prêmio do festival.
Müller atribuiu a escassez de filmes latino-americanos no festival aos tempos de produção desses países, já que “a maioria das estreias” acontece no primeiro semestre e, por isso, os cineastas preferem apresentar seus trabalhos no Festival de Cannes, na França.
Nesta edição da mostra, o cinema italiano será o de maior presença, com 22 produções, seguido pelo americano, que este ano contará com 17 títulos em cartaz.