Há quem defenda que o Big Brother Brasil deveria vir com uma advertência: o programa faz mal ao amor. A última vítima dessa sina é Alan, que levou um fora da namorada, com quem estava há cinco anos, depois de ficar com a miss Grazielli. De tão traumatizada, Camila não quer nem dar mais entrevistas sobre o fim do romance.
Outro casal em crise é Natália e Renato. A cearense deixou a casa, operou as orelhas, posou nua para a Playboy e nada de falar do namorado. Na semana passada, ela teria sido vista numa boate com Giulliano, em São Paulo. Renato não confirma a separação, mas os fatos mostram que eles não estão bem.
Durante o programa, ele havia prometido morar com a namorada no Rio, só que está distante, em Belo Horizonte. “Está tudo como antes”, desconversa o rapaz. “Eu tenho muito trabalho em Belo Horizonte”. OK, fica assim.
Em outras edições, também sobraram separações para os participantes do programa. O caubói Rodrigo, por exemplo, jurava fidelidade à namorada no BBB 2. Ganhou o jogo e começou a namorar Thaís. E a comissária de bordo Cida? Saiu da casa e pula no colo do marido, também no BBB 2. Meses depois, eles estavam separados.
Rita, por sua vez, queria o prêmio para fazer uma inseminação artificial. Saiu na primeira semana da segunda edição e ganhou o serviço de graça. Depois, porém, separou-se do marido e adiou os planos de ter filhos.
Marcelo Dourado beijou Juliana no BBB 4 e a namorada confessou em todos os lugares estar com nojo dele. Já Cida do BBB 4 era casada com um e apaixonada por outro. Depois de vencer o programa, mudou de idéia: casou-se com seu segurança.
Para o psicólogo carioca Luiz Ainbinder, é difícil manter a mesma vida depois de conquistar a fama repentina. O natural, nesse caso, é renegar tudo que faz parte do passado. “Eles saem da casa deslumbrados com o que conquistaram e perdem também o equilíbrio emocional”, diz.