Nunca um professor, uma miss, um engenheiro ou um comerciante entre 20 e 30 anos estiveram tão perto de ganhar R$ 1 milhão como o baiano Jean, a paranaense Grazielli, o mineiro Alan e o paulista Sammy. Quem levar o prêmio do Big Brother Brasil 5, na próxima terça-feira, vai mudar de vida definitivamente. O eleito pelo público – tenha nascido em pequenos casebres no interior do País ou em apartamentos de classe média em grandes capitais – vai entrar para a classe de poucos brasileiros: a de milionários. Hoje tem paredão, que define os três finalistas.
Mas quem não chegar lá também não vai sair de mãos abanando. Além de um carro para cada um, o segundo e o terceiro colocados ainda vão ganhar prêmios de consolação que não fazem feio: R$ 50 mil e R$ 20 mil, respectivamente. Vale lembrar ainda que, nos três meses de confinamento, Grazi e Alan já ganharam carros em provas do líder e do anjo e Sammy, uma franquia de restaurante.
O último programa, terça-feira, abre com um paredão triplo e o público escolhe quem sai logo no primeiro bloco. Depois, os espectadores deixam de eliminar e passam a votar no participante preferido para vencer o jogo do milhão. Antes de eleger seu predileto, conheça aqui um pouco da intimidade dos finalistas que as câmeras do Big Brother não conseguiram captar.