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Bienal de Arquitetura de São Paulo debate legado de megaeventos

Arquivo Geral

30/10/2009 0h00


A oitava Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo (BIA), que começa neste sábado, debaterá o legado que megaeventos como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo deixam em suas cidades-sede.

A escolha do tema não é por acaso, já que o Brasil sediará a Copa de 2014 e o Rio de Janeiro, os Jogos de 2016.

A bienal pretende enriquecer os projetos brasileiros não só com experiências passadas, como a de Barcelona nos Jogos Olímpicos de 1992 e de Lisboa com a Expo 1998, mas também com eventos futuros, como os Jogos de Londres, em 2012, e a Expo 2015, em Milão.

A presidente-executiva da oitava BIA, Rosana Ferrari, explicou à Agência Efe que o objetivo é estudar “toda a estrutura construída em cidades que, por exemplo, organizam uma Copa do Mundo, e ver o que isso vai significar e que consequências vai deixar”.

Com atrações como maquetes dos estádios brasileiros que receberão a Copa de 2014 e obras de alguns dos mais famosos grafiteiros de São Paulo, a bienal espera receber 400 mil visitantes até o dia 6 de dezembro, quando termina.

Segundo Ferrari, esta edição “pretende ser uma bienal diferente, porque quer transmitir ao público o que é a arquitetura, o que faz o arquiteto e sua responsabilidade nos projetos sociais”.

Junto aos trabalhos de quase 100 arquitetos profissionais de diferentes partes do mundo, serão expostos 50 projetos de quiosques urbanos apresentados por estudantes de arquitetura para um concurso organizado pela BIA.

“A proposta era fazer um quiosque urbano feito com material sustentável e com todos os serviços possíveis. A ideia, em um primeiro momento, era construí-lo, mas não houve tempo e o concurso ficou no papel”, disse Ferrari.

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