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Bial ataca Rogério e critica homofobia do grupo

Arquivo Geral

04/04/2005 0h00

Antes de sair de férias, Pedro Bial, o âncora de todos os programas da série Big Brother Brasil, não deixou por menos. No site oficial do programa, abriu o verbo para denunciar o que considerou uma perseguição da tropa de choque contra Jean.

“Ocorreu a formação de um grupo que se uniu em torno de um líder carismático, o Doutor Gê, contra um só inimigo, Jean”, declarou Bial, confirmando o que já havia ficado patente para todo mundo que acompanhou o programa. “Mais do que preconceito, foi uma clara demonstração de homofobia (ódio contra homossexuais)”.

Ele também destacou: “O BBB tem uma particularidade: os participantes fazem o que querem. O PA disse bem no início do programa que para ganhar o prêmio só não valia matar nem roubar. Só que tudo tem seu preço. O público está de olho e elimina. Foi o que aconteceu. O destaque positivo foi ver como a presença de um participante inteligente estimula a inteligência dos demais e os eleva. E o Jean é uma pessoa que está sempre disposta a dividir seu conhecimento com os companheiros. As conversas sempre foram mais divertidas, mais interessantes. Isso é muito bom num país como o Brasil, tão carente de cultura e informação”.

éticaO jornalista, que todo ano atravessa o verão conversando virtualmente com os participantes, achou o público justo desta vez: “As pessoas estão mais ligadas no comportamento ético, que é exemplar em Jean. Isso é um sinal de progresso na mentalidade do brasileiro”.

Sobre a quinta edição do BBB, Bial fez um balanço: “O sucesso se deve à direção, edição, produção e apresentação. Encontramos uma forma brasileira de fazer o Big Brother”.Segundo o apresentador, o momento mais delicado do programa foi o problema de saúde com a Marielza. “Fiquei muito preocupado. Eu nunca viajo no fim de semana e justamente naquele sábado eu estava em Araras (região serrana do Estado do Rio de Janeiro). Assim que soube o que tinha acontecido com ela, voltei para o Rio. É claro que houve o estresse do confinamento, mas, se a Marielza tivesse sofrido o AVC em casa, dificilmente ela teria chegado tão depressa num hospital”, lembra Bial.

De acordo com ele, o momento mais emocionante veio na penúltima votação, logo depois que os BBBs souberam que o anjo Sammy não daria a imunidade a ninguém e ele mesmo seria imune. “A Pink começou a rir, numa reação de histeria. Foi só quando ela entrou no confessionário que pôde se soltar um pouco mais e caiu em prantos”, lembrou.

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    04/04/2005 0h00

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    “Ocorreu a formação de um grupo que se uniu em torno de um líder carismático, o Doutor Gê, contra um só inimigo, Jean”, declarou Bial, confirmando o que já havia ficado patente para todo mundo que acompanhou o programa. “Mais do que preconceito, foi uma clara demonstração de homofobia (ódio contra homossexuais)”.

    Ele também destacou: “O BBB tem uma particularidade: os participantes fazem o que querem. O PA disse bem no início do programa que para ganhar o prêmio só não valia matar nem roubar. Só que tudo tem seu preço. O público está de olho e elimina. Foi o que aconteceu. O destaque positivo foi ver como a presença de um participante inteligente estimula a inteligência dos demais e os eleva. E o Jean é uma pessoa que está sempre disposta a dividir seu conhecimento com os companheiros. As conversas sempre foram mais divertidas, mais interessantes. Isso é muito bom num país como o Brasil, tão carente de cultura e informação”.

    éticaO jornalista, que todo ano atravessa o verão conversando virtualmente com os participantes, achou o público justo desta vez: “As pessoas estão mais ligadas no comportamento ético, que é exemplar em Jean. Isso é um sinal de progresso na mentalidade do brasileiro”.

    Sobre a quinta edição do BBB, Bial fez um balanço: “O sucesso se deve à direção, edição, produção e apresentação. Encontramos uma forma brasileira de fazer o Big Brother”.Segundo o apresentador, o momento mais delicado do programa foi o problema de saúde com a Marielza. “Fiquei muito preocupado. Eu nunca viajo no fim de semana e justamente naquele sábado eu estava em Araras (região serrana do Estado do Rio de Janeiro). Assim que soube o que tinha acontecido com ela, voltei para o Rio. É claro que houve o estresse do confinamento, mas, se a Marielza tivesse sofrido o AVC em casa, dificilmente ela teria chegado tão depressa num hospital”, lembra Bial.

    De acordo com ele, o momento mais emocionante veio na penúltima votação, logo depois que os BBBs souberam que o anjo Sammy não daria a imunidade a ninguém e ele mesmo seria imune. “A Pink começou a rir, numa reação de histeria. Foi só quando ela entrou no confessionário que pôde se soltar um pouco mais e caiu em prantos”, lembrou.

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