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Arquivo Geral

02/08/2003 0h00

Um pouco mais da arte para o público de Brasília. E o melhor, de graça. Começa hoje o projeto Ateliê Aberto, uma parceria da Sociedade dos Artistas Plásticos de Brasília com a Secretaria de Estado da Cultura do Distrito Federal, que quer aproximar a obra do público. No primeiro sábado de cada mês, das 10h às 17h, os ateliês de artistas brasilienses estarão abertos à visitação de toda a população. Nos outros dias, as visitas devem ser agendadas por telefone.

De acordo com o presidente da Sociedade dos Artistas Plásticos de Brasília, Omar Franco, o objetivo é aproximar o público das obras e dos artistas. “Poucas pessoas vão a exposições, queremos incentivar isso. Para quem reclama que Brasília não tem nada para fazer essa é uma boa opção, de grande valor cultural. E sem gastar nada”, diz.

Para Omar, com o projeto as pessoas vão conhecer a cidade por um outro ponto de vista. Vão saber um pouco mais sobre a arte da linguagem. “Cada pessoa que acompanhar vai ver a criação de um trabalho único. Pode pesquisar e conversar sobre a arte”, afirma.

É uma opção diferente para quem aprecia a arte de Brasília. São 16 artistas que estarão com seus ateliês abertos para mostrar um pouco mais do seu trabalho. “As pessoas poderão ver as máquinas e as prensas que utilizo nos meus trabalhos. Vão poder tocar, olhar e tirar dúvidas, em um ambiente descontraído. Vou mostrar meus trabalhos prontos. Vou estender um varal e pendurar gravuras com pregadores”, diz Lêda Watson, em seu ateliê no Lago Sul.

A divulgação está sendo feita na Secretaria de Turismo, por folders na bilheteria do Teatro Nacional, em hotéis e também em agências de turismo, para mostrar também aos turistas um pouco da arte brasiliense. “Pretendemos divulgar para que vire hábito. O projeto ajuda na formação artística de muita gente, pode despertar interesses na arte, principalmente crianças e adolescentes”, diz Franco.

A expectativa dos artistas é enorme, além de ser uma maneira de divulgar os trabalhos. “Não basta expor. É importante que as pessoas interessadas tenham contato em como é feito o trabalho, para entender um pouco mais sobre a arte. Considero o projeto muito importante para a arte brasiliense”, anima-se Lêda Watson, em seu ateliê no Lago Sul.

Para Darlan Rosa, um dos expositores, o objetivo é criar novos hábitos na cidade. “Queremos estimular a participação do público nos ateliês”, anima-se. Ricardo Stumm, que trabalha com gravuras em metal e escultura em bronze e alumínio, acredita que as pessoas valorizam mais a arte quando compreendem o processo técnico e de criação. “É interessante para que todos tenham a noção do trabalho que se dá para fazer uma escultura. No ateliê conhecem várias etapas”, conta.

Para Omar, não basta visitar apenas um ateliê. “O interessante é fazer uma visita em vários espaços de produção, para conhecer diferentes técnicas de produção de uma obra”, afirma.

Neste ano, o projeto Ateliê Aberto é uma experiência piloto. A partir de janeiro de 2004, a Sociedade dos Artistas pretende aumentar para cem o número de espaços disponíveis para visitação, em vários pontos do DF. “Já temos outros artistas que gostariam de participar. Muita gente já está se preparando”, anima-se Omar.

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    02/08/2003 0h00

    Um pouco mais da arte para o público de Brasília. E o melhor, de graça. Começa hoje o projeto Ateliê Aberto, uma parceria da Sociedade dos Artistas Plásticos de Brasília com a Secretaria de Estado da Cultura do Distrito Federal, que quer aproximar a obra do público. No primeiro sábado de cada mês, das 10h às 17h, os ateliês de artistas brasilienses estarão abertos à visitação de toda a população. Nos outros dias, as visitas devem ser agendadas por telefone.

    De acordo com o presidente da Sociedade dos Artistas Plásticos de Brasília, Omar Franco, o objetivo é aproximar o público das obras e dos artistas. “Poucas pessoas vão a exposições, queremos incentivar isso. Para quem reclama que Brasília não tem nada para fazer essa é uma boa opção, de grande valor cultural. E sem gastar nada”, diz.

    Para Omar, com o projeto as pessoas vão conhecer a cidade por um outro ponto de vista. Vão saber um pouco mais sobre a arte da linguagem. “Cada pessoa que acompanhar vai ver a criação de um trabalho único. Pode pesquisar e conversar sobre a arte”, afirma.

    É uma opção diferente para quem aprecia a arte de Brasília. São 16 artistas que estarão com seus ateliês abertos para mostrar um pouco mais do seu trabalho. “As pessoas poderão ver as máquinas e as prensas que utilizo nos meus trabalhos. Vão poder tocar, olhar e tirar dúvidas, em um ambiente descontraído. Vou mostrar meus trabalhos prontos. Vou estender um varal e pendurar gravuras com pregadores”, diz Lêda Watson, em seu ateliê no Lago Sul.

    A divulgação está sendo feita na Secretaria de Turismo, por folders na bilheteria do Teatro Nacional, em hotéis e também em agências de turismo, para mostrar também aos turistas um pouco da arte brasiliense. “Pretendemos divulgar para que vire hábito. O projeto ajuda na formação artística de muita gente, pode despertar interesses na arte, principalmente crianças e adolescentes”, diz Franco.

    A expectativa dos artistas é enorme, além de ser uma maneira de divulgar os trabalhos. “Não basta expor. É importante que as pessoas interessadas tenham contato em como é feito o trabalho, para entender um pouco mais sobre a arte. Considero o projeto muito importante para a arte brasiliense”, anima-se Lêda Watson, em seu ateliê no Lago Sul.

    Para Darlan Rosa, um dos expositores, o objetivo é criar novos hábitos na cidade. “Queremos estimular a participação do público nos ateliês”, anima-se. Ricardo Stumm, que trabalha com gravuras em metal e escultura em bronze e alumínio, acredita que as pessoas valorizam mais a arte quando compreendem o processo técnico e de criação. “É interessante para que todos tenham a noção do trabalho que se dá para fazer uma escultura. No ateliê conhecem várias etapas”, conta.

    Para Omar, não basta visitar apenas um ateliê. “O interessante é fazer uma visita em vários espaços de produção, para conhecer diferentes técnicas de produção de uma obra”, afirma.

    Neste ano, o projeto Ateliê Aberto é uma experiência piloto. A partir de janeiro de 2004, a Sociedade dos Artistas pretende aumentar para cem o número de espaços disponíveis para visitação, em vários pontos do DF. “Já temos outros artistas que gostariam de participar. Muita gente já está se preparando”, anima-se Omar.

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