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Bandas locais fazem sucesso

Arquivo Geral

27/09/2003 0h00

Cerca de duas mil pessoas acompanharam empolgadas o show do grupo Sentupé, que abriu a programação do palco alternativo do BMF 2003, na quinta-feira à noite. Este espaço foi aberto pela organização do evento para que as bandas locais pudessem mostrar seu valor.

Mesmo sofrendo com um equipamento infinitamente inferior ao utilizado pelos grandes astros do BMF no palco principal, o Sentupé levantou poeira entre os shows do Jota Quest e Capital Inicial. “Eu não conhecia, é uma boa banda, faz a gente dançar”, disse a estudante de Direito Vivian Bueno, de 25 anos, que veio de Goiânia para ver Jota Quest e Alanis Morissette.

A futura arquiteta Raquel Thomé , de 23 anos, não parava de pular e cantava todas as músicas. “Sou fã deles, não perco um show”, declarava a brasiliense. Seu namorado, Francisco Mendes, de 33 anos, também gostou. “Eu não conhecia o grupo. Vim aqui para ver o Jota Quest e tive essa boa surpresa”, disse o analista de sistemas antes do Sentupé fechar sua apresentação com o hit Quero Ver o Oco, dos Raimundos.

O empresário Gil Gama Vicente, de 39 anos, que estava na ala vip do palco principal, também elogiou a iniciativa de abrir espaço para os grupos locais. Depois da apresentação do Capital Inicial ele disse que estava orgulhoso de ter pago o ingresso. “Sou de Brasília e as palavras do Dinho cairam bem. Precisamos acabar com o estigma de tumulto em shows nessa cidade”.

Gil Vicente lembrou que Brasília sofria a pecha de lugar de confusão em shows desde a fatídica apresentação da Legião Urbana em 1988, no Estádio Mané Garrincha. “Mas isso tudo passou. Esse tabu acabou. Todos estão se divertindo, e sem tumulto. Brasília entrou definitivamente no circuito internacional”, comemorou o empresário. Sua acompanhante, Aguilucy Dantas, concorda. “Está sendo um grande espetáculo, um exemplo de civilidade”.

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    Arquivo Geral

    27/09/2003 0h00

    Cerca de duas mil pessoas acompanharam empolgadas o show do grupo Sentupé, que abriu a programação do palco alternativo do BMF 2003, na quinta-feira à noite. Este espaço foi aberto pela organização do evento para que as bandas locais pudessem mostrar seu valor.

    Mesmo sofrendo com um equipamento infinitamente inferior ao utilizado pelos grandes astros do BMF no palco principal, o Sentupé levantou poeira entre os shows do Jota Quest e Capital Inicial. “Eu não conhecia, é uma boa banda, faz a gente dançar”, disse a estudante de Direito Vivian Bueno, de 25 anos, que veio de Goiânia para ver Jota Quest e Alanis Morissette.

    A futura arquiteta Raquel Thomé , de 23 anos, não parava de pular e cantava todas as músicas. “Sou fã deles, não perco um show”, declarava a brasiliense. Seu namorado, Francisco Mendes, de 33 anos, também gostou. “Eu não conhecia o grupo. Vim aqui para ver o Jota Quest e tive essa boa surpresa”, disse o analista de sistemas antes do Sentupé fechar sua apresentação com o hit Quero Ver o Oco, dos Raimundos.

    O empresário Gil Gama Vicente, de 39 anos, que estava na ala vip do palco principal, também elogiou a iniciativa de abrir espaço para os grupos locais. Depois da apresentação do Capital Inicial ele disse que estava orgulhoso de ter pago o ingresso. “Sou de Brasília e as palavras do Dinho cairam bem. Precisamos acabar com o estigma de tumulto em shows nessa cidade”.

    Gil Vicente lembrou que Brasília sofria a pecha de lugar de confusão em shows desde a fatídica apresentação da Legião Urbana em 1988, no Estádio Mané Garrincha. “Mas isso tudo passou. Esse tabu acabou. Todos estão se divertindo, e sem tumulto. Brasília entrou definitivamente no circuito internacional”, comemorou o empresário. Sua acompanhante, Aguilucy Dantas, concorda. “Está sendo um grande espetáculo, um exemplo de civilidade”.

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