Os membros da banda também negaram perante o Tribunal Oral Criminal 24 que tenham incentivado o uso de fogos que supostamente teria causado o incêndio ocorrido em 30 de dezembro de 2004 no boliche portenho República Cromañón.
Os seis integrantes e o representante da Callejeros, da mesma forma que o dono da República Cromañón, Omar Chabán, seu colaborador Raúl Villarreal e cinco integrantes da Polícia, são submetidos a um julgamento oral pelo incêndio na discoteca.
A Promotoria acusa os músicos de ter organizado junto a Chabán o show, no qual -segundo testemunhas- foi permitido que entrassem pessoas com fogos.
Além disso, eles são acusados de permitir a entrada de mais fãs que o permitido de acordo com as dimensões do local e de ter escolhido para o show um lugar cuja única saída de emergência estava trancada com um cadeado e arame.
Os membros da banda alegaram que em outros shows também foi usado a técnica de fogos e consideraram que as acusações buscam reduzir a culpabilidade do Estado.
Testemunhas afirmaram que, na noite de 30 de dezembro de 2004, ocorreu um incêndio devido ao uso de fogos de artifícios jogados ao teto, o que causou queda de luz. O alto número de vítimas fatais deve-se ao fato de que muitos presentes não conseguiram deixar o local.