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Band revela os mistérios da Caixa Preta

Arquivo Geral

31/07/2004 0h00

Moda, atitude, música, convidados especiais e entrevistas. Até aí, nada de aparentemente tão original. Mas, quando se sabe que tudo isso será capitaneado pela polêmica Preta Gil, a coisa muda de figura. E Caixa Preta, programa que ela estréia hoje, às 23h, na Bandeirantes, tem tudo para ser um diferencial na grade da emissora paulista.

Em sua estréia como apresentadora de televisão, Preta tem a missão de revelar o lado inusitado, escondido e irreverente de cada um, seja famoso ou anônimo. “Não sou um ser humano tolhido, quero trocar com a vida”, afirma.

Essa postura de liberdade dá o tom ao programa de uma hora de duração. No moderno cenário criado por Ucho Carvalho com fotos de Chico Audi e platéia para cerca de 100 pessoas, linhas retas lembram uma caixa onde Preta recebe convidados e mistura estilos, promovendo encontros raros. Ou você já imaginou Odair José cantando com Sandra de Sá? E que tal ver a funkeira carioca Tati Quebra Barraco em dupla com a romântica Luciana Mello?

roubando atenção “A Caixa Preta quer roubar a atenção, mas meu bem, a estrela aqui sou eu!”, diverte-se a apresentadora. Logo no início doa atração, seus convidados respondem a perguntas que o telespectador sempre quis fazer. Isso promete.

Após o “juramento caixa pretístico”, eles enfrentam a ousada Caixa Preta, de onde saem as mais variadas questões, e aí vale tudo; sexo, família, relacionamento, fama, comportamento, etc. A regra é a indiscrição, em três tamanhos, é claro. A Caixa Preta mãe está no estúdio; já a filha está percorrendo o Brasil pronta para atacar desavisados, enquanto a apresentadora carrega a “netinha”. Afinal, pessoas interessantes sempre estão com Preta Gil.

Após a picante Caixa Preta, o clima muda e o cenário também se transforma no apartamento de Preta Gil, com sala, quarto, banheiro e cozinha. Tudo para que os participantes se sintam em casa e à vontade para um bate-papo informal enquanto preparam um suco, pipoca ou mostram técnicas para os afazeres domésticos.

Mas a conversa, de vez em quando, é interrompida pelo inconveniente Ednilson (dos mesmos criadores do Porteiro Zé), o porteiro virtual do prédio de Preta que, vaidoso, sonha em trabalhar na tevê, mas só sabe mesmo é incomodar…

conteúdoDirigida por Tininha Araújo (ex-Sandy & Júnior e Você Decide), Preta Gil não abandona a irreverência, mas aproveita o bom humor para falar também de coisa séria: “Eu quero que o programa tenha conteúdo”.

Ela comemora o fato de ser a primeira apresentadora negra da televisão brasileira. “Não sou de carregar bandeira, mas acho que precisamos colorir a televisão”, ressalta.

Preta, que que sempre foi fã das Chacretes, agora tem suas “Pretetes”, quatro bailarinas e uma assistente de palco, todas negras. As “Pretetes” foram selecionadas entre 300 candidatas que participaram de um concurso promovido pela Band e executam as coreografias criadas por Oswald Berry (o das Paquitas).

A trilha sonora garante bons momentos. Música, aliás a começar do tema de abertura composto por Arnaldo Antunes para Preta e interpretada por ambos, é outro forte característica do semanal. A banda de Preta Gil acompanha a cantora e seus convidados, e é nesse ambiente informal, de encontros inusitados, que as músicas ganham novas e diferenciadas versões como Wanessa Camargo cantando Cazuza e MC Serginho interpretando Djavan.

Mas o estúdio é pequeno para Preta Gil e a apresentadora vai à luta pelas ruas das cidades na busca de todo tipo de revelação. Anônimos e famosos como Caetano Veloso já enfrentaram a “temida” caixa preta, que, além das perguntas da produção, será abastecida por questões enviadas pelo público. A dona do programa, no entanto, trata logo de tranqüilizar os candidatos mais discretos. “Eu perco a piada, mas não perco o amigo”, garante.

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    Em sua estréia como apresentadora de televisão, Preta tem a missão de revelar o lado inusitado, escondido e irreverente de cada um, seja famoso ou anônimo. “Não sou um ser humano tolhido, quero trocar com a vida”, afirma.

    Essa postura de liberdade dá o tom ao programa de uma hora de duração. No moderno cenário criado por Ucho Carvalho com fotos de Chico Audi e platéia para cerca de 100 pessoas, linhas retas lembram uma caixa onde Preta recebe convidados e mistura estilos, promovendo encontros raros. Ou você já imaginou Odair José cantando com Sandra de Sá? E que tal ver a funkeira carioca Tati Quebra Barraco em dupla com a romântica Luciana Mello?

    roubando atenção “A Caixa Preta quer roubar a atenção, mas meu bem, a estrela aqui sou eu!”, diverte-se a apresentadora. Logo no início doa atração, seus convidados respondem a perguntas que o telespectador sempre quis fazer. Isso promete.

    Após o “juramento caixa pretístico”, eles enfrentam a ousada Caixa Preta, de onde saem as mais variadas questões, e aí vale tudo; sexo, família, relacionamento, fama, comportamento, etc. A regra é a indiscrição, em três tamanhos, é claro. A Caixa Preta mãe está no estúdio; já a filha está percorrendo o Brasil pronta para atacar desavisados, enquanto a apresentadora carrega a “netinha”. Afinal, pessoas interessantes sempre estão com Preta Gil.

    Após a picante Caixa Preta, o clima muda e o cenário também se transforma no apartamento de Preta Gil, com sala, quarto, banheiro e cozinha. Tudo para que os participantes se sintam em casa e à vontade para um bate-papo informal enquanto preparam um suco, pipoca ou mostram técnicas para os afazeres domésticos.

    Mas a conversa, de vez em quando, é interrompida pelo inconveniente Ednilson (dos mesmos criadores do Porteiro Zé), o porteiro virtual do prédio de Preta que, vaidoso, sonha em trabalhar na tevê, mas só sabe mesmo é incomodar…

    conteúdoDirigida por Tininha Araújo (ex-Sandy & Júnior e Você Decide), Preta Gil não abandona a irreverência, mas aproveita o bom humor para falar também de coisa séria: “Eu quero que o programa tenha conteúdo”.

    Ela comemora o fato de ser a primeira apresentadora negra da televisão brasileira. “Não sou de carregar bandeira, mas acho que precisamos colorir a televisão”, ressalta.

    Preta, que que sempre foi fã das Chacretes, agora tem suas “Pretetes”, quatro bailarinas e uma assistente de palco, todas negras. As “Pretetes” foram selecionadas entre 300 candidatas que participaram de um concurso promovido pela Band e executam as coreografias criadas por Oswald Berry (o das Paquitas).

    A trilha sonora garante bons momentos. Música, aliás a começar do tema de abertura composto por Arnaldo Antunes para Preta e interpretada por ambos, é outro forte característica do semanal. A banda de Preta Gil acompanha a cantora e seus convidados, e é nesse ambiente informal, de encontros inusitados, que as músicas ganham novas e diferenciadas versões como Wanessa Camargo cantando Cazuza e MC Serginho interpretando Djavan.

    Mas o estúdio é pequeno para Preta Gil e a apresentadora vai à luta pelas ruas das cidades na busca de todo tipo de revelação. Anônimos e famosos como Caetano Veloso já enfrentaram a “temida” caixa preta, que, além das perguntas da produção, será abastecida por questões enviadas pelo público. A dona do programa, no entanto, trata logo de tranqüilizar os candidatos mais discretos. “Eu perco a piada, mas não perco o amigo”, garante.

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