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Atividade questionada

Arquivo Geral

29/04/2003 0h00

Profissionais de dança, artes marciais e yoga não estão sujeitos à fiscalização, de acordo com o projeto de lei. “Com esse evento, pretendemos esclarecer a população e alertar os profissionais de dança, para que não se intimidem com tentativas que tentem vincular a dança como mera atividade física. A dança é antes de tudo, atividade artística”, afirma Rosa. Nesta discussão, do outro lado da moeda, está o Conselho Regional de Educação Física, que afirma ser a dança uma atividade física como qualquer outra (musculação, natação etc). “Quando colocamos nossos filhos em uma academia, queremos que eles estejam praticando uma atividade com segurança. Desde janeiro de 2002 o Ministério Público do DF decretou uma liminar proibindo o conselho de fiscalizar as atividades nas academias, até que essa questão fosse resolvida. Agora, estamos aguardando”, diz Gisele Correia, se referindo à atuação do conselho sob aqueles que não têm registro na instituição. Para Norma Lilia, bailarina e proprietária da escola de balé clássico mais antiga da cidade, com 40 anos de existência, essa discussão é absurda. “Uma coisa é a atividade artística, a questão cultural e de sensibilidade da dança. A outra é a atividade física. No nosso caso, que somos uma escola técnica de dança, com um curso que se estende por quatro anos, formando bailarinas, não existem problemas”, diz Norma. Enquanto o impasse não é resolvido o brasiliense pode aproveitar a polêmica e desfrutar da apresentação da noite de hoje, que irá contar com 22 pequenas apresentações das mais diversas linguagens: dança de cadeiras de roda, frevo, balé, street beat, jazz, dança espanhola, dança do ventre, árabe e tantas outras.

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    29/04/2003 0h00

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