O documento afirma que o “rei do pop” morreu após uma “injeção intravenosa realizada por outra pessoa” e devido a uma “intoxicação aguda de propofol”, um potente anestésico utilizado em hospitais.
O médico pessoal do artista, Conrad Murray, continua sendo o principal alvo das investigações para esclarecer se foi cometido um crime na morte de Jackson.
Murray assegurou em um interrogatório à Polícia que administrou propofol ao cantor horas antes de sua morte e contra de seu critério médico, depois que Jackson suplicasse uma dose deste calmante para pôr fim a sua insônia.
Esta revisão do certificado de falecimento fez-se pública dois dias antes do enterro de Jackson, previsto para as 23h de Brasília de quinta-feira no cemitério Forest Lawn-Glendale, em Los Angeles.
O cantor será sepultado em uma cerimônia privada à qual assistirão amigos e familiares mais próximos.