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Arquivo Geral

15/07/2003 0h00

Marco Salustiano, timponista da OSTNCS, começou por hobby e hoje é um luthier profissional, especializado em tambores.

Na opinião dele, luthiers que também são músicos têm mais chances de fazer bons instrumentos. “Um músico conhece profundamente o objeto e também as necessidades dos músicos. Por isso, ele saberá fazer de acordo com essas necessidades”, conclui, fazendo planos para em breve, começar a fabricar baterias.

O gaúcho Carlos Tort, percussionista da OSTNCS, é cliente de Salustiano. Adquiriu dele um tambor e não se arrepende. “A sonoridade de um instrumento feito por luthier é única, pessoal. E isso faz a diferença no nosso trabalho”, afirma.

Hary Schweizer, fagote-solista da OSTNCS é dos mais experientes luthiers de Brasília. Há 13 anos é especialista em fagote. “Comecei a partir de uma carência nacional de instrumentos e nas dificuldades de importação”, relembra. Hoje, seu ateliê exporta instrumentos para músicos de todo o mundo.

Em 1990, Hary fez um estágio de manutenção de instrumentos na Alemanha, junto à firma Püchner. Lá aprendeu que são mesmo os detalhes que fazem a diferença. A madeira, o verniz, os metais, os moldes, as brocas, os revestimentos, as ferramentas, e todos os outros elementos precisam ser muito bem pensados. “Só não descobri ainda o que é mais difícil: construir um instrumento ou tocá-lo?”, indaga. Com certeza, prazerosos os dois são.

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    15/07/2003 0h00

    Marco Salustiano, timponista da OSTNCS, começou por hobby e hoje é um luthier profissional, especializado em tambores.

    Na opinião dele, luthiers que também são músicos têm mais chances de fazer bons instrumentos. “Um músico conhece profundamente o objeto e também as necessidades dos músicos. Por isso, ele saberá fazer de acordo com essas necessidades”, conclui, fazendo planos para em breve, começar a fabricar baterias.

    O gaúcho Carlos Tort, percussionista da OSTNCS, é cliente de Salustiano. Adquiriu dele um tambor e não se arrepende. “A sonoridade de um instrumento feito por luthier é única, pessoal. E isso faz a diferença no nosso trabalho”, afirma.

    Hary Schweizer, fagote-solista da OSTNCS é dos mais experientes luthiers de Brasília. Há 13 anos é especialista em fagote. “Comecei a partir de uma carência nacional de instrumentos e nas dificuldades de importação”, relembra. Hoje, seu ateliê exporta instrumentos para músicos de todo o mundo.

    Em 1990, Hary fez um estágio de manutenção de instrumentos na Alemanha, junto à firma Püchner. Lá aprendeu que são mesmo os detalhes que fazem a diferença. A madeira, o verniz, os metais, os moldes, as brocas, os revestimentos, as ferramentas, e todos os outros elementos precisam ser muito bem pensados. “Só não descobri ainda o que é mais difícil: construir um instrumento ou tocá-lo?”, indaga. Com certeza, prazerosos os dois são.

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