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As vidas de Chico Xavier

Arquivo Geral

30/07/2003 0h00

Chico Xavier deixou esse mundo no dia em que o Brasil conquistou o pentacampeonato de futebol. Enquanto todo o País comemorava o título inédito do nosso futebol, Uberaba calava, sentia a perda de seu morador mais ilustre.

Antes de desencarnar – termo usado na doutrina espírita para falecer – Chico Xavier disse que “a minha vida dediquei à minha mediunidade, à minha família, aos meus amigos. Ao povo. A minha morte me pertence. Meu corpo deve voltar para a mãe Terra e não deve ser tocado”. Chico pediu paz e partiu, foi se encontrar com Cidália – a madrasta e anjo da guarda – e Emmanuel.

E é pelo fim – ou começo – que Souto Maior revisa a vida de Chico Xavier nessa edição atualizada, cujo original saiu em 1994. As Vidas de Chico Xavier mostra a luta do médium para impor uma doutrina espiritual progressista num País tradicionalmente católico. Dos seus 92 anos de vida, o médium mineiro nascido Francisco Cândido Xavier, em Pedro Leopoldo, viveu 87 com um pé na Terra e outro no Além. Escreveu 400 livros, psicografou milhões de cartas e persistiu numa única mensagem: paz e fé em Deus.

“Não é um livro espírita, é uma história de vida, de sofrimento, a construção de um mito popular. Vai da infância pobre de Chico Xavier até a sua morte, passando pela indicação ao prêmio Nobel da Paz, em 1980 e o prêmio de mineiro do século, em 2000”, disse Souto Maior ao Jornal de Brasília, antes da gravação de sua participação no Programa do Jô (Rede Globo), que vai ao ar hoje.

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    As vidas de Chico Xavier

    Arquivo Geral

    30/07/2003 0h00

    Chico Xavier deixou esse mundo no dia em que o Brasil conquistou o pentacampeonato de futebol. Enquanto todo o País comemorava o título inédito do nosso futebol, Uberaba calava, sentia a perda de seu morador mais ilustre.

    Antes de desencarnar – termo usado na doutrina espírita para falecer – Chico Xavier disse que “a minha vida dediquei à minha mediunidade, à minha família, aos meus amigos. Ao povo. A minha morte me pertence. Meu corpo deve voltar para a mãe Terra e não deve ser tocado”. Chico pediu paz e partiu, foi se encontrar com Cidália – a madrasta e anjo da guarda – e Emmanuel.

    E é pelo fim – ou começo – que Souto Maior revisa a vida de Chico Xavier nessa edição atualizada, cujo original saiu em 1994. As Vidas de Chico Xavier mostra a luta do médium para impor uma doutrina espiritual progressista num País tradicionalmente católico. Dos seus 92 anos de vida, o médium mineiro nascido Francisco Cândido Xavier, em Pedro Leopoldo, viveu 87 com um pé na Terra e outro no Além. Escreveu 400 livros, psicografou milhões de cartas e persistiu numa única mensagem: paz e fé em Deus.

    “Não é um livro espírita, é uma história de vida, de sofrimento, a construção de um mito popular. Vai da infância pobre de Chico Xavier até a sua morte, passando pela indicação ao prêmio Nobel da Paz, em 1980 e o prêmio de mineiro do século, em 2000”, disse Souto Maior ao Jornal de Brasília, antes da gravação de sua participação no Programa do Jô (Rede Globo), que vai ao ar hoje.

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