O secretário de Cultura, Pedro Henrique Bório, reconhece a escassez de investimentos e de divulgação do MAB. “O orçamento de que dispomos contempla somente os compromissos fixos, como serviços e manutenção”, diz. “Despesas que advém de novas programações precisam ser estudadas”. Otimista, ele acredita que com a reativação do Projeto Orla, o MAB ganhará novos visitantes. “Para ajudar, estamos tentando dinamizar as atividades, dar mais densidade ao espaço e montar uma programação mais agressiva, que atinja um público maior”, conclui o secretário.