A travesti Andréia Albertini tem mais uma história para contar. Após se envolver com o jogador Ronaldo no fim de abril, Andréia foi parar novamente na delegacia. Dessa vez em Ribeirão Preto, cidade natal dela, ela e uma colega de profissão alegam não terem recebido por um programa feito com um médico residente de 28 anos. O incidente aconteceu na madrugada de ontem (24).
O médico, no entanto, afirma ter sido vítima de assalto, quando tentou socorrer uma delas que passava mal na rua. Houve agressões físicas mútuas e depois de registrarem ocorrência foram liberados.
Segundo Andréia era o primeiro dia que ela e a colega Tiffany Tilli faziam programa na cidade, e as duas combinaram com o médico, um programa num drive-in, mas não chegou a haver relação sexual. Andréia diz que o médico queria ser mais mulher que ela. De retorno ao ponto de trabalho, na avenida cartão postal da cidade, o médico teria se recusado a pagar e foi então que começaram a se agredir.
Na versão do médico ele teria visto uma mulher passando mal no canteiro central da avenida, e teria se aproximado para saber o que se passava. O outro travesti teria utilizado o cinto de segurança do carro do médico como arma e tentado o assalto. Uma viatura da polícia militar passava pelo local e levou todos para a delegacia. Andréia, no entanto, diz que foi ela quem chamou a polícia.
A polêmica travesti estaria no interior de São Paulo porque acha que estava sendo alvo de muita inveja no Rio, além do que Ribeirão Preto teria calor, homens bonitos e que pagam bem.