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Além do sinal vermelho

Arquivo Geral

24/07/2003 0h00

Comemorando 30 anos de carreira e antenado com as novidades da música brasileira, o cantor e compositor João Bosco desembarca hoje à noite na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional para apresentar o show do CD Malabaristas do Sinal Vermelho, seu 22º disco, lançado em janeiro deste.

Sem deixar de lado a parte acústica, que dominará dois terços da apresentação, a partir das 21h, João Bosco fez questão de dedicar uma parte do show para arranjos carregados de instrumentação elétrica. “Começo sozinho no palco, com violão acústico, cantando sambas clássicos”, conta. “Em seguida, ganho a companhia de meus músicos. Para fechar a apresentação, vem a parte elétrica, com guitarras e bateria bem ruidosa”, completa o cantor que estará acompanhado por Nelson Faria (guitarra e violões), Kiko Freitas (bateria) e Ney Conceição (baixo).

João Bosco sente-se um pouco pioneiro dessa nova onda em que música eletrônica se mistura à música popular brasileira. “Com Galos de Briga em 1976, fiz o que na época se chamava sonoplastia. Mas, na verdade, isso já era uma interferência eletrônica”, relembra.

Para ele, é normal e muito saudável esses ciclos musicais e a incorporação de novas sonoridades. “Especialmente nesse som produzido pela juventude, por essa turma que tem energia, disposição e uma certa dose bacana de irresponsabilidade”, diz.

Malabaristas do Sinal Vermelho tem como repertório as canções do último CD lançado em janeiro desse ano, com mesmo nome. Nele, o cantor gravou somente músicas inéditas, com exceção de uma versão muito pessoal para Andar com Fé, de Gilberto Gil.

As principais características do trabalho dele não ficaram de fora do álbum: samba-canção irônico, bem-humorado e, às vezes, ácido.

Mas, sucessos desses 30 anos não ficarão de fora. Nação, Tiro de Misericórdia, A Nível de, Papel Maché, Quando o Amor Acontece, Jade são alguns deles.

João Bosco diz que não é nostálgico e, sobre as mais fortes lembranças desses 30 anos de carreira, ele garante que “o importante é estar em exercício. Como diz a canção Não me Arrependo de Nada, me foi dada uma estrada pela qual passei, mas a expectativa é pelo que a estrada tem a me dar”. E a estrada prevê uma temporada de uma semana com Malabaristas do Sinal Vermelho no início de agosto, no Blue Note, tradicional clube de jazz de Nova York.

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    24/07/2003 0h00

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    Sem deixar de lado a parte acústica, que dominará dois terços da apresentação, a partir das 21h, João Bosco fez questão de dedicar uma parte do show para arranjos carregados de instrumentação elétrica. “Começo sozinho no palco, com violão acústico, cantando sambas clássicos”, conta. “Em seguida, ganho a companhia de meus músicos. Para fechar a apresentação, vem a parte elétrica, com guitarras e bateria bem ruidosa”, completa o cantor que estará acompanhado por Nelson Faria (guitarra e violões), Kiko Freitas (bateria) e Ney Conceição (baixo).

    João Bosco sente-se um pouco pioneiro dessa nova onda em que música eletrônica se mistura à música popular brasileira. “Com Galos de Briga em 1976, fiz o que na época se chamava sonoplastia. Mas, na verdade, isso já era uma interferência eletrônica”, relembra.

    Para ele, é normal e muito saudável esses ciclos musicais e a incorporação de novas sonoridades. “Especialmente nesse som produzido pela juventude, por essa turma que tem energia, disposição e uma certa dose bacana de irresponsabilidade”, diz.

    Malabaristas do Sinal Vermelho tem como repertório as canções do último CD lançado em janeiro desse ano, com mesmo nome. Nele, o cantor gravou somente músicas inéditas, com exceção de uma versão muito pessoal para Andar com Fé, de Gilberto Gil.

    As principais características do trabalho dele não ficaram de fora do álbum: samba-canção irônico, bem-humorado e, às vezes, ácido.

    Mas, sucessos desses 30 anos não ficarão de fora. Nação, Tiro de Misericórdia, A Nível de, Papel Maché, Quando o Amor Acontece, Jade são alguns deles.

    João Bosco diz que não é nostálgico e, sobre as mais fortes lembranças desses 30 anos de carreira, ele garante que “o importante é estar em exercício. Como diz a canção Não me Arrependo de Nada, me foi dada uma estrada pela qual passei, mas a expectativa é pelo que a estrada tem a me dar”. E a estrada prevê uma temporada de uma semana com Malabaristas do Sinal Vermelho no início de agosto, no Blue Note, tradicional clube de jazz de Nova York.

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